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	<title>Brincadeira - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Brincadeira - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>&#8216;Brincadeira&#8217; de acelerar moto termina em morte no bairro Aleixo</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 14:18:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O personal trainer Jackson da Silva Ferreira morreu neste domingo (17) após sofrer um grave acidente de moto no conjunto Petros, zona centro-sul de Manaus. A vítima morava do bairro Coroado, zona leste, e tinha o respeito e admiração de amigos, clientes e colegas de profissão. De acordo com familiares, Jackson saiu para visitar um [&#8230;]]]></description>
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<p>O personal trainer Jackson da Silva Ferreira morreu neste domingo (17) após sofrer um grave acidente de moto no conjunto Petros, zona centro-sul de Manaus. A vítima morava do bairro Coroado, zona leste, e tinha o respeito e admiração de amigos, clientes e colegas de profissão.</p>
<p>De acordo com familiares, Jackson saiu para visitar um amigo e, no local, ambos iniciaram uma espécie de “brincadeira” de acelerar motos. No momento do acidente, ele pilotava a motocicleta de um cliente.</p>
<p>Durante uma manobra, Jackson perdeu o controle do veículo e colidiu violentamente contra o muro de uma empresa na região.</p>
<p>Posteriormente, o Samu levou o rapaz às pressas ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, mas já apresentava lesões gravíssimas. Além de um trauma severo na cabeça, parte da estrutura da própria motocicleta perfurou seu corpo e atingiu o pulmão. Infelizmente, isso agravou ainda mais o quadro clínico.</p>
<p>Mesmo com os esforços da equipe médica, Jackson não resistiu e morreu na unidade. Nas redes sociais, a comoção foi imediata.</p>
<p>Amigos, alunos e profissionais da área lamentaram profundamente a morte prematura do personal trainer, lembrando sua alegria contagiante, o amor pela profissão e o carinho com que tratava todos ao redor.</p>
<p> </p>
</div>
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		<title>Mais brincadeira, menos tela: confira dicas para uma infância saudável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 12:21:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Se o mundo se transformou com a internet, redes sociais e a massificação dos dispositivos móveis, a infância também. Em uma era hiper conectada, o contato com a natureza, as brincadeiras ao ar livre e o tempo longe das telas já aparecem como prescrição médica. Com 29 anos de prática em consultório, Renata Aniceto, membro do [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Se o mundo se transformou com a internet, redes sociais e a massificação dos dispositivos móveis, a infância também</strong>. Em uma era hiper conectada, o contato com a natureza, as brincadeiras ao ar livre e o tempo longe das telas já aparecem como prescrição médica.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com 29 anos de prática em consultório, Renata Aniceto, membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), destaca que já prescreve em suas orientações, além de alimentação saudável e vacinação, tempo de convívio entre pais e filhos.  </p>
<blockquote>
<p>“Eu quero que no final de semana vocês tenham duas horas de brincadeiras no parque, de vivências em casa, que levem as crianças para cozinhar, para fazer jogos de tabuleiro. É um retrocesso. Essa geração de pais não sabe como brincar com os filhos porque eles já vêm de uma fase conectada com as telas”, alerta. </p>
</blockquote>
<p>Ela conta que observou uma mudança comportamental gigantesca, principalmente com a entrada das telas, do celular e do tablet no cotidiano das famílias. </p>
<blockquote>
<p>“Houve uma desconexão entre pais e filhos. Porque não só as crianças estão mais tempo em tela, os pais também. No consultório, passaram a chegar muito mais alterações como ansiedade e depressão, quadros que nós nem estudávamos na nossa formação [em pediatria] e hoje precisamos lidar. É um momento muito conectado e desconectado ao mesmo tempo, com essa desconexão humana”, diz a pediatra. </p>
</blockquote>
<p>Angela Uchoa Branco, professora do Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento da Universidade de Brasília (UnB), reforça a importância das brincadeiras presenciais, face a face com outras crianças e adultos. Para as mais velhas, recomenda jogos como os de tabuleiro.  </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Jogos e brincadeiras livres são fundamentais para o desenvolvimento da criança. Contação de histórias dialogadas, ler para a criança antes de dormir, deixar livrinhos infantis disponíveis para desenvolver a criatividade e o gosto pela leitura. E, sempre que possível, levar a criança para brincar ao ar livre e conviver com a natureza”, afirma Angela. </p>
</blockquote>
<p>Para este Dia das Crianças, a <strong>Agência Brasil </strong>conversou com médicos, psicólogos e especialistas para reunir dicas para uma infância mais saudável. Confira: </p>
<h2>Mais brincadeira, menos tela </h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=435395:cheio_8colunas --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 27/08/2025 – Alunos jogam futebol durante intervalo no Ginásio Experimental Olímpico Reverendo Martin Luther King, na Praça da Bandeira, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=435395 --></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=435395-->Rio de Janeiro (RJ) – Alunos jogam futebol durante intervalo no Ginásio Experimental Olímpico Reverendo Martin Luther King, no Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil &#8211;</p>
</div>
</div>
<p>Se no passado a infância era marcada pelas brincadeiras de rua e o tempo livre, hoje se mistura com as telas do celular, notificações e interações online. Renata destaca que, para além da perda nas interações e do convívio, o excesso de telas pode prejudicar também o desenvolvimento do cérebro e da cognição.  </p>
<blockquote>
<p>“O excesso de telas vai estimular áreas que não são tão primordiais e pode levar à perda de habilidades, como foco, atenção, memória, resolução de problemas. São gerações que estão tendo mais dificuldade na comunicação e na aprendizagem. Além disso, se eu mexo menos o corpo, então haverá maior incidência de obesidade”, explica. </p>
</blockquote>
<p>No ano passado, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) atualizou as orientações sobre o tempo de telas adequado para cada faixa etária. </p>
<ul>
<li>De 0 a 2 anos: sem telas, mesmo que passivamente; </li>
<li>De 2 a 5 anos: uma hora por dia, com supervisão dos pais ou responsáveis; </li>
<li>De 6 a 10 anos: uma a duas horas por dia, no máximo, e sempre com supervisão; </li>
<li>Entre 11 e 18 anos: de duas a três horas por dia, e nunca deixar “virar a noite”. </li>
</ul>
<p>A diretora executiva da ONG Vaga Lume, Lia Jamra, que há 25 anos atua com educação nos nove estados da Amazônia Legal, ressalta a importância do incentivo à leitura, em oposição ao digital.  </p>
<blockquote>
<p>“É muito importante pais e cuidadores terem iniciativa de ler para a criança para ajudar a sair da tela. A leitura traz um impacto socioemocional muito grande na formação de repertório, visão de mundo, possibilidade de sonhar. A infância na Amazônia é mais saudável. Várias brincadeiras fora de casa fazem parte da rotina dessa criança, como um mergulho no rio”, diz Lia. </p>
</blockquote>
<h2>Sono </h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=412222:cheio_8colunas --><br />
            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/1760271681_259_Mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 28/01/2025 - Os irmãos Clara Santana (10) e Pedro Santana (13), são vistos com celular na mão embaixo de um cobertor.&#13;&#10;Uma a cada 3 crianças tem perfil aberto em redes, alerta pesquisa&#13;&#10;Dados foram divulgados nesta terça pela Unico e Instituto Locomotiva&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/><br />
        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/1760271681_259_Mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 28/01/2025 - Os irmãos Clara Santana (10) e Pedro Santana (13), são vistos com celular na mão embaixo de um cobertor.&#13;&#10;Uma a cada 3 crianças tem perfil aberto em redes, alerta pesquisa&#13;&#10;Dados foram divulgados nesta terça pela Unico e Instituto Locomotiva&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/></noscript><br />
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<div class="dnd-caption-wrapper">
<p>Excesso de telas pode prejudicar qualidade do sono das crianças . Foto: Joédson Alves/Agência Brasil </p>
</div>
</div>
<p>O sono de qualidade é um dos pilares fundamentais para o bom desenvolvimento infantil. O descanso adequado está diretamente ligado ao desenvolvimento físico, cognitivo e emocional. Também nesse aspecto, Renata aponta que as telas podem atuar como vilãs da saúde das crianças; </p>
<blockquote>
<p>“Se usar telas no período noturno, fica com a luz da tela no meu cérebro mais tempo, o que diminui a produção de melatonina, hormônio responsável pela indução inicial do sono. Assim, a criança  vai ter mais dificuldade para pegar no sono e despertares noturnos mais frequentes”, destaca. </p>
</blockquote>
<p>A médica explica que o sono não é só para descansar, mas trata-se de um período em que processos neurológicos acontecem. </p>
<blockquote>
<p>“A fixação de aprendizados adquiridos durante o dia é feita nesse período noturno. Muitos hormônios são secretados durante a noite, como o hormônio do crescimento, os hormônios controladores de fome e saciedade, que podem impactar no apetite e ganho de peso”, afirma. </p>
</blockquote>
<h2>Diálogo </h2>
<p>A professora da UnB, Angela Uchoa, também destaca a importância de estabelecer diálogos respeitosos para promover uma educação que estabeleça limites, mas que reforce a autoestima dos pequenos, sem punições físicas.  </p>
<blockquote>
<p>“É necessário sempre escolher o momento certo para conversar e estabelecer limites, dialogando. Devemos ter tolerância zero para agressões, mas manter uma atitude respeitosa e dando exemplo de como se deve agir quando algo nos desagrada. Respeito gera respeito, é necessário demonstrar afeto para que a criança se sinta amada e elogiar aquilo que ela sabe fazer bem. Isso fortalece a sua autoestima, essencial para seu pleno desenvolvimento como ser humano” completa a professor da UnB. </p>
</blockquote>
<h2>Alimentação </h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=358014:cheio_8colunas --><br />
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<div class="dnd-caption-wrapper">
<p>Frutas devem estar presente na alimentação desde o primeiro ano de vida. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil </p>
</div>
</div>
<p>Aos 6 meses de vida, quando os primeiros dentinhos em geral aparecem, o bebê inicia a chamada introdução alimentar. A fase é considerada primordial na formação dos futuros hábitos alimentares da criança, destaca a professora Diana Barbosa Cunha, do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). </p>
<p>Ela destaca que hábitos ruins na infância podem manter-se ao longo da vida, tornando-se fator de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas como as cardíacas, hipertensão arterial, diabetes tipo 2, entre outras. </p>
<blockquote>
<p> “Essa fase deve ser tranquila, pensando que o objetivo da introdução alimentar é que o bebê conheça os alimentos. Nessa fase, o leito materno ainda é o alimento mais importante. A recomendação é que a introdução alimentar se inicie aos 6 meses e a gente espera que, aos 2 anos, a criança esteja plenamente adaptada à alimentação da família”, diz a professora. </p>
</blockquote>
<p>Diana destaca que é muito importante que a família esteja se alimentando de forma adequada, dando o exemplo, tendo como base os alimentos minimamente processados, como cereais, leguminosas, carnes, frutas.  </p>
<blockquote>
<p>“Deve-se restringir o consumo de alimentos ultraprocessados. É fundamental estimular a autonomia da criança escolhendo as opções saudáveis que o responsável vai apresentar. Levar as crianças para a feira para ela escolher os alimentos. Levar a criança para o preparo dos alimentos como lavá-los, cortá-los. Isso favorece a relação com a alimentação”, conclui a professora. </p>
</blockquote>
<p><em>*Colaborou Ana Cristina Campos</em></p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/mais-brincadeira-menos-tela-confira-dicas-para-uma-infancia-saudavel</p>
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		<title>BOLÍVIA: Botos usam sucuri como brinquedo e intriga cientistas</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/bolivia-botos-usam-sucuri-como-brinquedo-e-intriga-cientistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 May 2022 14:44:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mundo &#8211; É muito difícil ver um golfinho fluvial boliviano, uma espécie de boto típica do país. Mesmo cientistas dedicados dizem que presenciar um com a cabeça para fora da água é algo bastante raro. Ainda assim, eles merecem atenção: o comportamento desses golfinhos é um indicativo da saúde de rios e de animais de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mundo &#8211; É muito difícil ver um golfinho fluvial boliviano, uma espécie de boto típica do país. Mesmo cientistas dedicados dizem que presenciar um com a cabeça para fora da água é algo bastante raro. Ainda assim, eles merecem atenção: o comportamento desses golfinhos é um indicativo da saúde de rios e de animais de ecossistemas fluviais das selvas da Bolívia.</p>
<p>Por isso, a cena de uma dupla de machos da espécie divertindo-se com uma sucuri na boca foi um tanto chocante para pesquisadores do país. E também algo jamais fotografado antes.</p>
<p>O registro foi feito em agosto de 2021 no rio Tijamuchi, na Bolívia, por Steffen Reichle, biólogo do Museu de História Natural Noel Kempff Mercado.</p>
<p>Segundo o New York Times, apenas quando foi rever as imagens ele percebeu que os mamíferos pareciam se divertir com a cobra gigante. O que eles faziam? Esse é um mistério que não pode ser solucionado no momento — mas rendeu um estudo científico, publicado em 12 de abril na revista Ecology.</p>
<p>Os cetáceos — grupo de mamíferos marinhos que englobam, resumidamente, baleias e golfinhos — são conhecidos por ter sistemas sociais complexos e por brincar com frequência.</p>
<p>Mas divertir-se com uma sucuri, cobra gigante e predadora, é algo nunca observado antes. O registro é ainda mais intrigante pelo fato de os botos bolivianos (Inia boliviensis) raramente aparecerem na superfície — grande parte das fotos deles acima do nível da água mostra apenas a cauda ou uma das barbatanas.</p>
<p>Mas durante a brincadeira eles mudaram esse comportamento. Os biólogos identificaram um grupo de seis animais, e vários deles permaneceram um tempo considerado bem longo com a cabeça acima da água.</p>
<p>Enquanto se divertia, uma dupla nadou de forma sincronizada e manteve a cobra presa na boca. Os cientistas não sabem o destino do réptil gigante ou o motivo de ele ter sido usado como brinquedo. Como a brincadeira durou cerca de sete minutos, grande parte dela submersa, é seguro apostar que a cobra não saiu viva da interação.</p>
<p>&#8220;Não acho que a cobra se divertiu muito&#8221;, disse Reichle ao New York Times.</p>
<p>Apesar da provável morte, a sucuri-da-bolívia (Eunectes beniensis) é um predador temido, que chega a 4,5 m de comprimento e se alimenta de aves, peixes e pássaros. Agora, também é um brinquedo de cetáceos.</p>
<p>*com informações Portal R7</p>
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