<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Banco Central - Portal Pelo Amor de Deus</title>
	<atom:link href="https://portalpeloamordedeus.com/palavras-chaves/banco-central/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://portalpeloamordedeus.com</link>
	<description>Com Nonato Silva</description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 Jul 2022 00:18:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2026/04/logo-2026pad.webp?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Banco Central - Portal Pelo Amor de Deus</title>
	<link>https://portalpeloamordedeus.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">195120778</site>	<item>
		<title>Servidores do Banco Central confirmam fim da greve</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/servidores-do-banco-central-confirmam-fim-da-greve/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 00:18:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Fim]]></category>
		<category><![CDATA[Greve]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalpeloamordedeus.com/?p=50086</guid>

					<description><![CDATA[Brasil &#8211; Após três meses de greve, os servidores do Banco Central (BC) aprovaram o retorno ao trabalho em assembleia sindical nesta manhã. A categoria voltará ao trabalho, mas pretende continuar o movimento com operações padrão, para tornar mais lentos projetos internos. Por meio da assessoria de imprensa, o BC informou que a divulgação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Brasil &#8211; Após três meses de greve, os servidores do Banco Central (BC) aprovaram o retorno ao trabalho em assembleia sindical nesta manhã. A categoria voltará ao trabalho, mas pretende continuar o movimento com operações padrão, para tornar mais lentos projetos internos.</p>
<p>Por meio da assessoria de imprensa, o BC informou que a divulgação de estatísticas será retomada gradualmente. Ainda não há definição de datas, que serão comunicadas com cerca de 24 horas de antecedência.</p>
<p>Em nota, o Sindicato Nacional de Funcionários do Banco Central (Sinai) informou que, apesar do fim da greve, novas atividades de mobilização e protesto estão sendo debatidas no âmbito da categoria e serão divulgadas ao longo das próximas semanas. A entidade assegurou que o movimento não prejudicou a prestação de serviços essenciais ao longo dos últimos três meses.</p>
<p>“Desde o princípio, o movimento grevista ocorreu de maneira ordeira e responsável, garantindo a manutenção de serviços essenciais ao cidadão brasileiro, como o Pix”, destacou o texto. O sindicato informou que a mobilização “cumpriu seu papel”, porque o BC enviou ao Ministério da Economia propostas para a reestruturação da carreira, que envolve aspectos não salariais, e para a criação de uma gratificação por produtividade.</p>
<p>Os funcionários do BC ficaram em greve de 1º de abril até ontem (4), último dia possível para a entrada em vigor de aumentos salariais neste ano. Pela Lei de Responsabilidade Fiscal, o Congresso precisaria ter aprovado, até 30 de junho, reajustes que repusessem perdas com a inflação, com a lei entrando dois dias úteis depois, o que corresponderia a 4 de julho.</p>
<p>Para cumprir esse prazo, no entanto, o governo precisaria ter enviado um projeto de lei ou medida provisória ao Congresso no fim de maio ou na primeira semana de junho.</p>
<p><strong>Reivindicações</strong></p>
<p>Os funcionários do BC reivindicavam a reposição das perdas inflacionárias nos últimos anos, que chega a 27%. Eles também pediam a mudança da nomenclatura de analista para auditor e a exigência de nível superior para ingresso dos técnicos do BC. Com a negativa do governo em conceder aumentos, eles se concentraram na elaboração de um novo plano de carreiras.</p>
<p>Em 19 de abril, a categoria suspendeu a greve, mas retomaram o movimento por tempo indeterminado desde 3 de maio. Desde então, só serviços considerados essenciais estão sendo executados, como as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), o Pix e a divulgação do déficit primário no primeiro quadrimestre.</p>
<p>A divulgação de estatísticas, como o boletim Focus (pesquisa semanal com instituições financeiras), o fluxo cambial, o Relatório de Poupança e a taxa Ptax diária (taxa média de câmbio que serve de referência para algumas negociações), foi suspensa ou ocorre com bastante atraso desde então. Projetos especiais, como a expansão do open finance e a segunda fase de consultas de saques de valores esquecidos, estão suspensos.</p>
<p>Desde o início do ano, diversas categorias do funcionalismo federal trabalham em esquema de operação-padrão ou fazem greve porque o Orçamento de 2022 destinou R$ 1,7 bilhão para reajuste a forças federais de segurança. No fim de abril, o governo confirmou que estudava um aumento linear de 5% para todo o funcionalismo, mas, no início de junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, descartou a concessão de reajustes em 2022.</p>
<p>Nas últimas semanas, servidores de órgãos federais em greve voltaram ao trabalho. As atividades foram retomadas no Tesouro Nacional, no Instituto Nacional de Serviço Social (INSS) e na Controladoria-Geral da União.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">50086</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Presidente do BC diz que o pior da inflação já passou</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/presidente-do-bc-diz-que-o-pior-da-inflacao-ja-passou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 01:50:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Pior]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalpeloamordedeus.com/?p=49676</guid>

					<description><![CDATA[Economia &#8211; O presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, disse hoje (27) que “o pior momento da inflação já passou”, e que, graças ao histórico de convívio que o Brasil teve com altos índices inflacionários, a autoridade monetária brasileira conseguiu “sair na frente”, adotando ferramentas capazes de frear o processo inflacionário. As [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Economia &#8211; O presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, disse hoje (27) que “o pior momento da inflação já passou”, e que, graças ao histórico de convívio que o Brasil teve com altos índices inflacionários, a autoridade monetária brasileira conseguiu “sair na frente”, adotando ferramentas capazes de frear o processo inflacionário.</p>
<p>As afirmações foram feitas durante o painel Erosão da Ordem Pública Internacional e o Futuro, no Décimo Fórum Jurídico de Lisboa, na capital portuguesa. Durante o discurso, Neto lembrou que o Brasil “é um dos poucos países que no meio desse processo está tendo revisões para cima” do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p>“Inclusive a nossa última revisão no BC aumentou [a previsão de crescimento do PIB] de 1,5% para 1,7% [em 2022]. Provavelmente teremos PIB forte no segundo trimestre. Obviamente, em algum momento, tudo que estamos fazendo vai gerar alguma desaceleração no segundo semestre. Mas ainda assim o crescimento é bastante melhor do que se esperava no início do ciclo de ação”, disse Campos Neto.</p>
<p>A experiência que o Brasil tem com o combate à inflação tem ajudado na definição estratégica para amenizar este problema. “Como nós no Brasil entendemos que era problema mais de demanda, na minha opinião, até um pouco antes dos demais países, o BC do Brasil saiu na frente porque temos memória de inflação muito maior, e mecanismos de indexação muito mais vivos”, disse.</p>
<p>Campos Neto ressalta que todos os países estão subindo juros e que, enquanto alguns países estão no meio do caminho, o Brasil já está muito perto de ter feito o trabalho todo. “Vamos ver ainda alguns países subindo bastante os juros”, acrescentou.</p>
<p>Ainda segundo Campos Neto, o Brasil ainda apresenta um “componente de aceleração de inflação”. Ele, no entanto, disse acreditar que o pior momento da inflação já passou. “Temos algumas medidas desenhadas pelo governo que ainda precisamos entender os efeitos delas no processo inflacionário, o que ainda não está claro, mas o Brasil fez o processo antecipado e acreditamos que nossa ferramenta é capaz e vai frear o processo inflacionário”.</p>
<p><strong>Preços e investimentos</strong></p>
<p>Na avaliação do presidente do BC brasileiro, os índices inflacionários que estão sendo registrados em diversos países têm como origem uma “desconexão entre preços e investimentos” que vai além do petróleo, abrangendo também os alimentos.</p>
<p>“Os governos estão enfrentando o dilema de garantir segurança energética e alimentar para a população”, disse. Nesse sentido, “muitos países, em função da guerra, estão adotando medidas protecionistas que estão contaminando o resto da cadeia de inflação”. “E o anseio de gerar segurança alimentar e energética dos governos está sendo feito de maneira descoordenada e gerando queda de investimento”, acrescentou.</p>
<p>Segundo Campos Neto, a falta de coordenação está gerando queda em investimentos tanto em energia quanto em alimentos. “Precisamos entender que quem produz alimentos e energia não é o governo, mas o setor privado e que o governo tem de endereçar o problema das classes sociais mais baixas, mas não pode se desviar das práticas de mercado, porque, no final das contas, são os mercados que produzem alimentos e energia”, completou.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">49676</post-id>	</item>
		<item>
		<title>BC adia nova etapa de saques de valores esquecidos por causa de greve</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/bc-adia-nova-etapa-de-saques-de-valores-esquecidos-por-causa-de-greve/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 23:47:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Saque]]></category>
		<category><![CDATA[Valores Esquecidos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalpeloamordedeus.com/?p=45987</guid>

					<description><![CDATA[Economia &#8211; Os correntistas que esperavam novas oportunidades para resgatarem valores esquecidos em instituições financeiras terão de esperar. Por causa da greve dos servidores, o Banco Central (BC) adiou o início da segunda etapa de consultas e de saques do Sistema de Valores a Receber (SVR), que começaria em 2 de maio. Não há previsão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Economia &#8211; Os correntistas que esperavam novas oportunidades para resgatarem valores esquecidos em instituições financeiras terão de esperar. Por causa da greve dos servidores, o Banco Central (BC) adiou o início da segunda etapa de consultas e de saques do Sistema de Valores a Receber (SVR), que começaria em 2 de maio. Não há previsão de quando a nova fase entrará em funcionamento.</p>
<p>Em nota, a autoridade monetária informou apenas que “a greve dos servidores do BC prejudicou o cronograma de desenvolvimento das melhorias do Sistema de Valores a Receber”. Segundo o órgão, a nova data será comunicada com a devida antecedência, sem entrar em detalhes.</p>
<p>No último dia 16, os servidores do BC suspenderam a greve que tinha começado em 1º de abril, mas mantêm a operação-padrão. A divulgação de estatísticas está sendo gradualmente retomada, mas o desenvolvimento de novos projetos, como a segunda fase do Sistema de Valores a Receber, continua suspenso. Caso não haja acordo, a categoria pretende retomar a greve a partir de 3 de maio.</p>
<p>A primeira etapa do SVR terminou no dia 16, considerando as várias repescagens. Nesta fase, 28 milhões de pessoas ou empresas puderam sacar até R$ 3,9 bilhões esquecidos nas seguintes fontes de recursos:<br /><br />&#8211; contas-correntes ou poupanças encerradas e não sacadas;<br />&#8211; cobranças indevidas de tarifas ou de obrigações de crédito previstas em termo de compromisso assinado com o BC;<br />&#8211; cotas de capital e rateio de sobras líquidas de associados de cooperativas de crédito;<br />&#8211; grupos de consórcio extintos.</p>
<p><strong>Na segunda fase, as consultas incluirão as seguintes fontes de recursos:</strong></p>
<p>&#8211; cobranças indevidas de tarifas ou obrigações de crédito não previstas em termo de compromisso;<br />&#8211; contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas e com saldo disponível;<br />&#8211; contas encerradas em corretoras e distribuidoras de títulos e de valores mobiliários;<br />&#8211; demais situações que resultem em valores a serem devolvidos reconhecidas pelas instituições financeiras.</p>
<p>Mesmo quem fez a consulta na primeira fase e não teve nada a receber deverá repetir o procedimento na segunda etapa do SVR. A expectativa é que o novo cronograma de consultas e de agendamento de saques também seja realizado em etapas, conforme o ano de nascimento do correntista ou ano de fundação da empresa.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">45987</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
