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	<title>Aumentam - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Aumentam - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Contratos de trabalho por hora em supermercados aumentam precarização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 13:09:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Supermercado contrata:  Cinco vagas para operador de caixa registradora, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense.Pode ter que desempenhar outras funções, como repor mercadorias, limpeza e arrumação.Salário a partir de R$ 1.600, vale transporte e refeição no local. Expediente na escala 6&#215;1. O anúncio está em um site popular de empregos e, assim como esse, é fácil [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><em>Supermercado contrata: </em><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Contratos-de-trabalho-por-hora-em-supermercados-aumentam-precarizacao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Contratos-de-trabalho-por-hora-em-supermercados-aumentam-precarizacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><em>Cinco vagas para operador de caixa registradora, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense.<br />Pode ter que desempenhar outras funções, como repor mercadorias, limpeza e arrumação.<br />Salário a partir de R$ 1.600, vale transporte e refeição no local. Expediente na escala 6&#215;1.</em></p>
<p>O anúncio está em um <em>site</em> popular de empregos e, assim como esse, é fácil encontrar outras vagas semelhantes por todo o país em termos de salário, escala de trabalho e funções exigidas.</p>
<p>Há uma semana, <strong>empresários do setor de supermercados reunidos em São Paulo disseram ter dificuldades para preencher 35 mil postos no estado</strong>. </p>
<p>Segundo eles, os <strong>jovens querem modernidade e flexibilidade</strong>. <strong>A solução seria adotar o regime de trabalho por hora, também chamado de intermitente.</strong></p>
<p>Representantes sindicais e pesquisadores da área do trabalho ouvidos pela <strong>Agência Brasil</strong> discordam da proposta. Dizem que a mudança aumenta a precarização do trabalhador: há riscos de redução do salário e de perda de direitos trabalhistas.</p>
<h2>Realidade atual</h2>
<p>Uma constatação, a partir da matemática básica, é de que os salários médios oferecidos em supermercados são insuficientes para cobrir as despesas mensais. </p>
<p>O exemplo da vaga citada no início do texto oferece pouco mais de um salário mínimo – que é de R$ 1.518. Já o valor do mínimo com descontos previdenciários (INSS, 7,5% do bruto) é estimado em R$ 1.404.</p>
<p>Uma busca rápida por aluguel de apartamento no centro de Nova Iguaçu, onde o emprego é anunciado, custa a partir de R$ 900 para um imóvel de 50 metros quadrados (m²) e 1 quarto. </p>
<p>O custo de uma cesta básica considerada ideal para alimentação saudável é de R$ 432 por pessoa, segundo levantamento do Instituto Pacto Contra a Fome. </p>
<p>Despesa média de luz, segundo Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), fica entre R$ 100 e R$ 200 por domicílio.</p>
<p>Nesta estimativa rápida, a renda mensal fica comprometida em pelo menos R$ 1.432. Valor que já está acima do salário líquido. </p>
<p>Isso tudo sem levar em consideração outros itens comuns como plano de celular, internet residencial, itens de farmácia, cuidados pessoais como corte de cabelo, vestuário, educação e lazer.</p>
<p>“As pessoas que trabalham nessas condições enfrentam o endividamento ou precisam complementar a renda. Nesse último caso, por conta da escala 6&#215;1, usam o único dia de folga no trabalho. É uma espiral de precarização”, analisa a doutora em Psicologia Social do Trabalho e professora na Universidade Federal Fluminense (UFF), Flávia Uchôa de Oliveira.</p>
<p>“Estou com uma pesquisa, ainda em desenvolvimento, que mostra a percepção desses trabalhadores sobre a escala 6&#215;1. O que eu posso adiantar é que eles percebem essas condições como determinantes para o adoecimento físico e mental. É muito preocupante o número dos que usam medicamentos ansiolíticos, antidepressivos e analgésicos para suportar o dia a dia”, complementa.</p>
<h2>Trabalho por hora</h2>
<p>A modalidade de contrato intermitente foi inserida na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) pela reforma trabalhista de 2017. A descrição e as regras estão no Artigo 452-A. </p>
<p>Em 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a constitucionalidade da nova modalidade.</p>
<p><strong>No contrato de trabalho intermitente, o trabalhador tem vínculo formal com a empresa por meio da assinatura da carteira</strong>. Mas nem jornada, nem salário mensal são fixos. </p>
<p>O empregador decide quando convocar o funcionário para o trabalho. A remuneração é calculada de acordo com as horas trabalhadas.</p>
<p>Direitos trabalhistas – como férias, 13º salário, FGTS, INSS e outros benefícios – são proporcionais ao tempo trabalhado. </p>
<p>Todas as profissões e atividades podem ser enquadradas nesse modelo de contrato. A exceção são os aeronautas, regidos por legislação própria.</p>
<p>A doutora em Economia e membro do Centro de Estudos, Pesquisas e Projetos Econômico-sociais (Cepes), da Universidade Federal de Uberlândia, Alanna Santos de Oliveira, entende que o contrato por hora fragiliza o trabalhador: ele fica sujeito à convocação do empregador, sem previsibilidade, jornada e rendimentos mínimos garantidos.</p>
<blockquote>
<p>“Para um trabalhador intermitente ganhar mais do que um não intermitente ele teria que assumir pelo menos três contrato em média, o que é muito difícil de ocorrer. É uma modalidade que teve baixíssimo engajamento no Brasil. E, apesar do discurso de que possa assumir vários contratos ao mesmo tempo, o trabalhador precisa estar disponível em algum momento”, diz Oliveira.</p>
</blockquote>
<p>Além da questão econômica, a intermitência pode gerar um risco de vulnerabilidade social.</p>
<p>“Não há garantia de que o trabalhador vá conseguir alcançar o mínimo mensal exigido pelo INSS. Ele teria que fazer aportes para complementar esse mínimo. Em outros casos, nem teria essa prerrogativa, como o seguro desemprego e o abono salarial. A previsibilidade compromete ainda o orçamento do trabalhador e o planejamento econômico. Como fica à espera de ser convocado e não sabe quantas horas vai trabalhar, não sabe quanto vai ganhar”, explica Oliveira.</p>
<h2>Precarização</h2>
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<div class="dnd-atom-rendered"><!-- scald=424643:medio_4colunas {"additionalClasses":""} --><br />
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Contratos-de-trabalho-por-hora-em-supermercados-aumentam-precarizacao.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 20/05/2025 -  Allana Santos de Oliveira, economista do Cepes, da Universidade Federal de Uberlândia.&#13;&#10;Trabalho por hora em supermercado aumenta precarização.&#13;&#10;Foto: Allana Santos/Arquivo pessoal" title="Allana Santos/Arquivo pessoal"/></noscript><br />
    <!-- END scald=424643 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=424643-->A economista Allana Santos de Oliveira da Universidade Federal de Uberlândia &#8211; <strong>Allana Santos/Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=424643--><br type="_moz"/><br />
</h6>
</p>
</div>
<p>Mesmo regulamentado por lei e reforçado como constitucional pelo STF, o <strong>contrato de trabalho intermitente é visto como precarizado pelos pesquisadores</strong>. A economista da UFU explica o porquê dessa caracterização negativa.</p>
<p>“A ideia de precarização está relacionada com insegurança, instabilidade, baixas remunerações, proteção social limitada, direitos trabalhistas reduzidos, imprevisibilidade de rendimento, acesso limitado à seguridade social, dificuldade de organização sindical e negociação coletiva”, diz Allana Oliveira. </p>
<blockquote>
<p>“Por isso, entendo que a intermitência é uma forma de precarização do trabalho”.</p>
</blockquote>
<p>A psicóloga social do trabalho da UFF destaca armadilhas por trás dos <strong>discursos que defendem</strong> <strong>“flexibilização”, “modernização” e “empreendedorismo”</strong>. Segundo ela, <strong>são termos com sentido vago empregados para favorecer a desregulamentação do trabalho e a retirada de direitos.</strong></p>
<p>“A juventude se encontra em uma grande encruzilhada da precariedade. Uma das vias é a de fragilização do emprego regulado, à beira de se tornar um &#8216;horista&#8217;. A outra é a ideia de arriscarem tudo no empreendedorismo. Não estamos falando de grandes empreendedores que conseguem crédito dos bancos, investimento, planejamento, especialização e qualificação para fazer o seu negócio. E sim de trabalhadores, a maioria da população brasileira, que vão encontrar formas de ‘empreender’ muito precárias. Esses jovens são incitados a escolher entre dois projetos de sociedade que não fazem sentido”, diz Flávia Uchôa de Oliveira.</p>
<h2>Fim da escala 6&#215;1</h2>
<p><strong>Entidades que representam os trabalhadores do comércio, o que inclui o setor de supermercados, são enfaticamente contrárias à aplicação do contrato de trabalho por hora. </strong></p>
<p>O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), Luiz Carlos Motta, reforça que a <strong>bandeira da categoria é a redução da jornada semanal de trabalho, ou seja, sem redução salarial</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Acabar com a escala 6&#215;1 é [medida] bem-vinda principalmente para trazer qualidade de vida às trabalhadoras e aos trabalhadores, que a ela estão submetidos. Os setores onde essa escala poderá ser adotada, se aprovada, tendem a ganhar em produtividade, uma vez que os trabalhadores vão trabalhar mais motivados. Com o fim da escala 6&#215;1 todos ganham”, diz Motta.</p>
</blockquote>
<p>Presidente do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro e diretor da Central das Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB), Márcio Ayer diz que a <strong>escala de trabalho intermitente torna o trabalhador refém da empresa</strong>, com o risco de receber menos que um salário mínimo ao fim do mês.</p>
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    <!-- END scald=424642 --></div>
<p><h6 class="meta"><!--copyright=424642-->Márcio Ayer, diretor da Central das Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB) &#8211; <strong>Márcio Ayer/Arquivo pessoal</strong><!--END copyright=424642--><br type="_moz"/><br />
</h6>
</p>
</div>
<p>“A juventude trabalhadora não aguenta mais a escravidão moderna da escala 6&#215;1. Não suporta mais receber um salário de fome, pouco acima do mínimo – como os pisos miseráveis dos supermercados – para trabalhar dez horas por dia, incluindo horas extras, e ainda enfrentar um transporte público caótico”, diz Ayer.</p>
<blockquote>
<p>“A juventude quer trabalhar com dignidade: ter a oportunidade de estudar, ter tempo de qualidade para a família e os amigos, para o lazer e para o descanso. Precisamos valorizar quem leva nas costas a economia deste país”, complementa.</p>
</blockquote>
<p>A argumentação de que o país poderia quebrar e de que os empresários teriam prejuízos grandes com o fim da escala 6&#215;1 não levam em conta as questões sociais do bem estar, os efeitos na produtividade e não teriam respaldo nos números.</p>
<p>“Ano passado, os supermercados cresceram quase o dobro do que cresceu a economia brasileira. O PIB cresceu 3,4%. Os supermercados cresceram cerca de 6,5%. Claro, não estamos falando dos pequenos mercados que estão sendo absorvidos ou expulsos do setor, mas das grandes redes&#8221;, contextualiza Allana. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Nesse caso, justificativas de prejuízos ou dificuldades nas contas em função da redução da jornada são pouco razoáveis, considerando que esse setor que tem perspectiva de movimentação ainda maior esse ano”, conclui.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/contratos-de-trabalho-por-hora-em-supermercados-aumentam-precarizacao</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Vítimas de acidentes com motos aumentam em Araruama</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/vitimas-de-acidentes-com-motos-aumentam-em-araruama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 12:40:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Centro de Trauma do Hospital Estadual Roberto Chabo, em Araruama, na Região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro, em um ano de funcionamento, registra números crescentes. Os acidentes de moto correspondem a 41% dos atendimentos realizados pelo setor, somando 509 casos no período. A unidade &#8211; construída pelo governo do estado &#8211; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Centro de Trauma do Hospital Estadual Roberto Chabo, em Araruama, na Região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro, em um ano de funcionamento, registra números crescentes. Os acidentes de moto correspondem a 41% dos atendimentos realizados pelo setor, somando 509 casos no período.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Vitimas-de-acidentes-com-motos-aumentam-em-Araruama.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/04/Vitimas-de-acidentes-com-motos-aumentam-em-Araruama.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A unidade &#8211; construída pelo governo do estado &#8211; recebeu mais de 1,2 mil pacientes, sendo 925 acidentados. Ela é uma referência regional para casos de traumato-ortopedia. </p>
<p>“A estatística mostra como foi importante a implantação do Centro de Trauma na região. Ele está salvando muitas vidas pela agilidade no atendimento especializado. Parabenizo a equipe do hospital pela dedicação e o belo trabalho que vem sendo desenvolvido. E apelo aos motoristas para que tenham consciência e respeito no trânsito”, disse o governador Cláudio Castro.  </p>
<p><strong>O diretor da unidade, Mário Jorge Espinhara, conta que, em 2024, foram 438 casos de acidentes de motos; 131 com automóveis, 85 de quedas e 80 atropelamentos. Em 2025, esse número permanece alto: entre janeiro e fevereiro, houve 144 atendimentos a vítimas de motos; 42 de carros e 19 atropelamentos. </strong></p>
<p>O médico avalia ainda que os números revelam uma predominância de pacientes do sexo masculino, principalmente devido a uma maior exposição a acidentes de trânsito. O perfil é de adultos jovens, tanto moradores da região quanto turistas, com tempo médio de internação variando conforme a gravidade do trauma.</p>
<h2>Números</h2>
<p><strong>Em 2024, deram entrada 662 homens e 261 mulheres, vítimas de trauma. Em 2025, considerando janeiro e fevereiro, foram 189 homens e 100 mulheres atendidos no setor. </strong></p>
<p>“O Centro de Trauma (CT) é uma referência para moradores e turistas que não precisam mais se deslocar para outras regiões. Eles são atendidos por uma equipe qualificada, capaz de atuar com rapidez em casos de média e alta complexidade. Com a criação do CT, nosso tempo de resposta caiu em até três horas, o que é fundamental para o bom prognóstico dos casos”, destacou Espinhara.</p>
<p><strong>Os três municípios das nove cidades da região que mais enviaram pacientes, em 2024, foram: Araruama (622), São Pedro da Aldeia (81) e Cabo Frio (71). </strong></p>
<p>As vítimas são encaminhadas por equipes de emergência, principalmente pelo Grupamento de Socorro de Emergência do Corpo de Bombeiros, Samu e ambulâncias de concessionárias de rodovias. </p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-04/vitimas-de-acidentes-com-motos-aumentam-em-araruama</p>
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		<item>
		<title>SP tem queda em crimes contra a vida em fevereiro; estupros aumentam</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/sp-tem-queda-em-crimes-contra-a-vida-em-fevereiro-estupros-aumentam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 21:28:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em fevereiro, os registros de homicídios intencionais, latrocínios e feminicídios no estado de São Paulo apresentaram queda em comparação ao mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (31) pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) do governo do estado. No mês passado, o estado de São Paulo registrou 202 homicídios dolosos, em que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Em fevereiro, <strong>os registros de homicídios intencionais, latrocínios e feminicídios no estado de São Paulo apresentaram queda em comparação ao mesmo mês do ano passado</strong>, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (31) pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) do governo do estado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/SP-tem-queda-em-crimes-contra-a-vida-em-fevereiro.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/SP-tem-queda-em-crimes-contra-a-vida-em-fevereiro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No mês passado, o estado de São Paulo registrou 202 homicídios dolosos, em que há intenção de matar. Esse número representou uma queda de 6,4% em relação aos 216 crimes registrados em fevereiro de 2024. <strong>Esse foi o menor patamar para o período desde o ano de 2001</strong>, informou a pasta.</p>
<p>A quantidade de latrocínios, que são os roubos seguidos de morte, teve uma queda histórica, somando dez casos no mês, seis a menos que na comparação ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>De acordo com a secretaria, esta foi a primeira vez, em 25 anos, que este crime teve uma incidência menor ou igual a dez ocorrências no segundo mês do ano. A maior queda foi registrada no interior paulista, que passou de sete para três roubos seguidos de morte.</p>
<p>Quanto aos feminicídios, 20 crimes foram confirmados em todo o estado no mês passado, sete mortes a menos do que o registrado em fevereiro de 2024.</p>
<h2>Violência sexual</h2>
<p><strong>Apesar da queda no crime de feminicídio, os estupros continuam a crescer em todo o território paulista.</strong> Foram 1.201 denúncias registradas em fevereiro, contra 995 computadas no ano passado.</p>
<p>Segundo o governo paulista, os desafios para o enfrentamento da violência contra a mulher são inúmeros, principalmente quanto à subnotificação, já que muitas mulheres temem fazer as denúncias.</p>
<p>“O aumento das estatísticas, muitas vezes, não reflete um crescimento da violência, mas, sim, um avanço na coragem das vítimas em denunciar. Especialmente nos casos de estupro de vulnerável, temos percebido que muitas vítimas hoje são ouvidas com mais respeito e acolhimento, o que encoraja outras a se manifestarem”,  disse a delegada Adriana Liporoni, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher. </p>
<p>“Essa queda [nos feminícidios], ainda que tímida, representa que as nossas ações de enfrentamento estão começando a dar resultados. Vejo esse dado como um reflexo do esforço coletivo. Ainda há muito a ser feito, mas qualquer vida preservada já é um avanço que precisa ser valorizado”, reforçou a delegada.</p>
<h2>Roubos e furtos</h2>
<p>O estado de São Paulo também apresentou queda nos casos de roubos em geral. Foram registradas 14.208 ocorrências, queda de 13,5% em relação ao ano passado. Segundo a secretaria, este foi o menor número para um mês de fevereiro desde 2001, quando teve início a série histórica.</p>
<p>Os furtos, por sua vez, passaram de 45.027 registros no ano passado para 44.982 neste ano.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-03/sp-tem-queda-em-crimes-contra-vida-em-fevereiro-estupros-aumentam</p>
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		<title>Denúncias de imagens sobre abuso sexual infantil aumentam 78% no Telegram</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/denuncias-de-imagens-sobre-abuso-sexual-infantil-aumentam-78-no-telegram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 14:52:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de denúncias de grupos e de canais do Telegram contendo imagens de abuso e exploração sexual infantil cresceu 78% entre o primeiro e o segundo semestres de 2024, revela pesquisa feita pela SaferNet, organização não governamental (ONG) que, desde 2005, atua na promoção dos direitos humanos na internet. A pesquisa será apresentada nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O número de denúncias de grupos e de canais do Telegram contendo imagens de abuso e exploração sexual infantil cresceu 78% entre o primeiro e o segundo semestres de 2024, revela pesquisa feita pela SaferNet, organização não governamental (ONG) que, desde 2005, atua na promoção dos direitos humanos na internet. A pesquisa será apresentada nesta terça-feira (11), <a href="https://www.diadainternetsegura.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Dia Internacional da Internet Segura</a> no Brasil, durante evento que vai até quarta-feira (12) na capital paulista.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Denuncias-de-imagens-sobre-abuso-sexual-infantil-aumentam-78-no.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Denuncias-de-imagens-sobre-abuso-sexual-infantil-aumentam-78-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Este novo relatório, que está sendo protocolado hoje cedo no Ministério Público Federal, revela, comprova e evidencia que os problemas da plataforma persistem. São riscos sistêmicos que têm provocado danos às crianças e adolescentes no Brasil”, disse o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>. “Isso está evidenciado pelo número de grupos e de canais denunciados no segundo semestre do ano passado, que aumentou 19% em relação aos números de grupos e canais denunciados no primeiro semestre do ano passado”, afirmou Tavares.</p>
<p>No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) considera crime a venda ou exposição de fotos e vídeos de cenas de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes. Também é crime divulgar tais imagens por qualquer meio e ter posse de arquivos desse tipo. Para a SaferNet, quem consome imagens de violência sexual infantil é cúmplice do abuso e da exploração sexual infantil.</p>
<p>O relatório divulgado hoje também apontou crescimento do número de usuários do aplicativo de mensagens Telegram que participam de grupos ou de canais que vendem e compartilham imagens de abuso sexual infantil e de material pornográfico. O número passou de 1,25 milhão no primeiro semestre do ano passado para 1,4 milhão no segundo semestre.</p>
<p>“Somando o que foi encontrado no primeiro e no segundo semestres [do ano passado], a gente está falando de mais de 2 milhões de usuários inscritos nesses grupos que comprovadamente continham imagens de abuso sexual infantil. Estamos diante de um problema em larga escala. E esta é uma plataforma que continua a operar com baixíssimo nível ou quase nenhum nível de <em>compliance</em> de conformidade com as leis do país e com moderação de conteúdo precário”, acrescentou Tavares.</p>
<h2>Grupos e canais</h2>
<p>A pesquisa da SaferNet apontou ainda aumento do número de grupos e de canais do Telegram com imagens de abuso e exploração sexual infantil, passando de 874 para 1.043, o que representou aumento de 19%. Desse total, 349 ainda continuavam ativos ou em funcionamento, sem qualquer moderação da plataforma.</p>
<p>De acordo com a SaferNet, parte das imagens de abuso e exploração sexual infantil são comercializadas no Telegram, sendo que alguns dos vendedores aceitam como pagamento as “estrelas,” a moeda virtual introduzida pela plataforma em junho de 2024. “Nós comprovamos que existem canais com imagens de abuso sexual infantil sendo negociadas como se fosse em um mercado ou uma feira livre, negociados livremente. E essas imagens circulam em 349 grupos na plataforma”, disse Tavares. “Tais grupos permaneciam ativos, ou seja, em pleno funcionamento e sem qualquer tipo de moderação pela plataforma quando eles foram acessados no segundo semestre”, acrescentou.</p>
<p>Segundo a SaferNet, o Telegram não tem registro no Banco Central do Brasil e usa 23 provedores de serviços financeiros para processar pagamentos, a maioria localizada na Rússia e na Ucrânia, ou em paraísos fiscais, como Hong Kong e Chipre. Quatro dessas plataformas de serviços financeiros já sofreram sanções internacionais: YooMoney, Sberbank, PSB e Bank 131.</p>
<p>“O Telegram tem uma criptomoeda, e essas transações ilegais também são processadas via criptomoedas. Este é outro aspecto importante evidenciado no novo relatório: as transações ilegais continuam acontecendo. A empresa usa processadores de pagamentos brasileiros, não cadastrados no Banco Central, e alguns estão processando pagamentos até mesmo em real”, disse Tavares.</p>
<h2>Líder em denúncias</h2>
<p>O Telegram lidera em número de denúncias de “pornografia infantil” recebidas pela SaferNet, por meio da plataforma www.denuncie.org.br. No final de setembro, um mês após a prisão de Pavel Durov, dono do Telegram, a empresa anunciou que estava colaborando com pedidos de autoridades entregando “alguns dados de usuários” (números de telefone e IPs) mediante requisições legais. </p>
<p>Procurada pela <strong>Agência Brasil</strong>, a plataforma respondeu que &#8220;tem política de tolerância zero para pornografia ilegal&#8221; e que &#8220;utiliza uma combinação de moderação humana, ferramentas de IA e aprendizado de máquina, além de denúncias de usuários e organizações confiáveis para combater pornografia ilegal e outros abusos&#8221;.</p>
<p>O Telegram também informou, em nota, que &#8220;todas as mídias enviadas para a plataforma pública do Telegram são comparadas com um banco de dados de hashes, contendo conteúdo CSAM (material de abuso sexual infantil) removido pelos moderadores do Telegram desde o lançamento do aplicativo&#8221;.  </p>
<p>&#8220;Em fevereiro, até agora, mais de 18.907 grupos e canais foram removidos do Telegram por relação com materiais de abuso infantil&#8221;, escreveu a plataforma.</p>
<p>Para Tavares, no entanto, a moderação feita pela empresa continua falha. “Embora a empresa tenha anunciado um reforço nas suas tecnologias utilizadas para detecção automática dessas imagens, o fato é que essa moderação continua sendo falha e a prova disso é que canais com milhares &#8211; e alguns com dezenas de milhares &#8211; de usuários estão trocando livremente imagens de abuso sexual infantil. E essas imagens continuam disponíveis na plataforma por meses”.</p>
<p>“Há uma distância entre o que a empresa diz que está fazendo e o que a gente tem observado, a partir das denúncias que recebe e das evidências coletadas. O relatório que eles publicaram após a primeira denúncia não revela a moderação feita por idioma, nem por país. Eles falam em 2,5 mil canais bloqueados por dia, mas não dizem onde isso foi bloqueado, em qual idioma, em qual mercado, em qual país. Então, pode ser que eles estejam priorizando os países em que há regulação ou uma cobrança maior das autoridades”, explicou Tavares.</p>
<p>O Telegram é um dos cinco aplicativos mais baixados do mundo. Em 2024, ele ultrapassou 950 milhões de usuários ativos mensais. A empresa é sediada em Dubai.</p>
<h2>Como denunciar</h2>
<p>É possível denunciar páginas que contenham imagens de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Isso pode ser feito na <a href="https://new.safernet.org.br/denuncie#" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Central Nacional de Denúncias da Safernet Brasil</a>, que é conveniada com o Ministério Público Federal. Em caso de suspeita de violência sexual contra crianças ou adolescentes, deve ser acionado o Disque 100.</p>
<p>Conforme as denúncias, a plataforma Telegram também permite que os usuários reportem conteúdos, canais, grupos ou mensagens criminosas. Segundo a própria plataforma, todos os aplicativos do Telegram contam com botões de &#8216;Denunciar&#8217; que permitem que seja sinalizado conteúdo ilegal.</p>
<p>No Telegram para Android, é preciso tocar na mensagem e selecionar Denunciar no menu. No iOS, deve-se pressionar e segurar a mensagem. No Telegram Desktop, Web ou Telegram para macOS, basta clicar com o botão direito na mensagem e selecionar Denunciar. Em seguida, deve-se escolher o motivo apropriado. Isso também pode ser feito por este <a href="http://abuse@telegram.org" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>e-mail</em></a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/denuncias-de-imagens-sobre-abuso-sexual-infantil-aumentam-78-no-telegram</p>
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		<title>Aumentam denúncias de imagens sobre abuso sexual infantil no Telegram</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/aumentam-denuncias-de-imagens-sobre-abuso-sexual-infantil-no-telegram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 10:52:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de denúncias de grupos e de canais do Telegram contendo imagens de abuso e exploração sexual infantil cresceu 78% entre o primeiro e o segundo semestres de 2024, revela pesquisa feita pela SaferNet, organização não governamental (ONG) que, desde 2005, atua na promoção dos direitos humanos na internet. A pesquisa será apresentada nesta [&#8230;]]]></description>
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<p>O número de denúncias de grupos e de canais do Telegram contendo imagens de abuso e exploração sexual infantil cresceu 78% entre o primeiro e o segundo semestres de 2024, revela pesquisa feita pela SaferNet, organização não governamental (ONG) que, desde 2005, atua na promoção dos direitos humanos na internet. A pesquisa será apresentada nesta terça-feira (11), <a href="https://www.diadainternetsegura.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Dia Internacional da Internet Segura</a> no Brasil, durante evento que vai até quarta-feira (12) na capital paulista.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Aumentam-denuncias-de-imagens-sobre-abuso-sexual-infantil-no-Telegram.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Aumentam-denuncias-de-imagens-sobre-abuso-sexual-infantil-no-Telegram.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Este novo relatório, que está sendo protocolado hoje cedo no Ministério Público Federal, revela, comprova e evidencia que os problemas da plataforma persistem. São riscos sistêmicos que têm provocado danos às crianças e adolescentes no Brasil”, disse o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>. “Isso está evidenciado pelo número de grupos e de canais denunciados no segundo semestre do ano passado, que aumentou 19% em relação aos números de grupos e canais denunciados no primeiro semestre do ano passado”, afirmou Tavares.</p>
<p>No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) considera crime a venda ou exposição de fotos e vídeos de cenas de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes. Também é crime divulgar tais imagens por qualquer meio e ter posse de arquivos desse tipo. Para a SaferNet, quem consome imagens de violência sexual infantil é cúmplice do abuso e da exploração sexual infantil.</p>
<p>O relatório divulgado hoje também apontou crescimento do número de usuários do aplicativo de mensagens Telegram que participam de grupos ou de canais que vendem e compartilham imagens de abuso sexual infantil e de material pornográfico. O número passou de 1,25 milhão no primeiro semestre do ano passado para 1,4 milhão no segundo semestre.</p>
<p>“Somando o que foi encontrado no primeiro e no segundo semestres [do ano passado], a gente está falando de mais de 2 milhões de usuários inscritos nesses grupos que comprovadamente continham imagens de abuso sexual infantil. Estamos diante de um problema em larga escala. E esta é uma plataforma que continua a operar com baixíssimo nível ou quase nenhum nível de <em>compliance</em> de conformidade com as leis do país e com moderação de conteúdo precário”, acrescentou Tavares.</p>
<h2>Grupos e canais</h2>
<p>A pesquisa da SaferNet apontou ainda aumento do número de grupos e de canais do Telegram com imagens de abuso e exploração sexual infantil, passando de 874 para 1.043, o que representou aumento de 19%. Desse total, 349 ainda continuavam ativos ou em funcionamento, sem qualquer moderação da plataforma.</p>
<p>De acordo com a SaferNet, parte das imagens de abuso e exploração sexual infantil são comercializadas no Telegram, sendo que alguns dos vendedores aceitam como pagamento as “estrelas,” a moeda virtual introduzida pela plataforma em junho de 2024. “Nós comprovamos que existem canais com imagens de abuso sexual infantil sendo negociadas como se fosse em um mercado ou uma feira livre, negociados livremente. E essas imagens circulam em 349 grupos na plataforma”, disse Tavares. “Tais grupos permaneciam ativos, ou seja, em pleno funcionamento e sem qualquer tipo de moderação pela plataforma quando eles foram acessados no segundo semestre”, acrescentou.</p>
<p>Segundo a SaferNet, o Telegram não tem registro no Banco Central do Brasil e usa 23 provedores de serviços financeiros para processar pagamentos, a maioria localizada na Rússia e na Ucrânia, ou em paraísos fiscais, como Hong Kong e Chipre. Quatro dessas plataformas de serviços financeiros já sofreram sanções internacionais: YooMoney, Sberbank, PSB e Bank 131.</p>
<p>“O Telegram tem uma criptomoeda, e essas transações ilegais também são processadas via criptomoedas. Este é outro aspecto importante evidenciado no novo relatório: as transações ilegais continuam acontecendo. A empresa usa processadores de pagamentos brasileiros, não cadastrados no Banco Central, e alguns estão processando pagamentos até mesmo em real”, disse Tavares.</p>
<h2>Líder em denúncias</h2>
<p>O Telegram lidera em número de denúncias de “pornografia infantil” recebidas pela SaferNet, por meio da plataforma www.denuncie.org.br. No final de setembro, um mês após a prisão de Pavel Durov, dono do Telegram, a empresa anunciou que estava colaborando com pedidos de autoridades entregando “alguns dados de usuários” (números de telefone e IPs) mediante requisições legais. </p>
<p>Procurada pela <strong>Agência Brasil</strong>, a plataforma respondeu que &#8220;tem uma política de tolerância zero para pornografia ilegal&#8221; e que &#8220;utiliza uma combinação de moderação humana, ferramentas de IA e aprendizado de máquina, além de denúncias de usuários e organizações confiáveis para combater pornografia ilegal e outros abusos&#8221;.</p>
<p>O Telegram também informou, em nota, que &#8220;todas as mídias enviadas para a plataforma pública do Telegram são comparadas com um banco de dados de hashes contendo conteúdo CSAM (material de abuso sexual infantil) removido pelos moderadores do Telegram desde o lançamento do aplicativo&#8221;.  </p>
<p>&#8220;Em fevereiro até agora, mais de 18.907 grupos e canais foram removidos do Telegram por relação com materiais de abuso infantil&#8221;, escreveu a plataforma.</p>
<p>Para Tavares, no entanto, a moderação feita pela empresa continua falha. “Embora a empresa tenha anunciado um reforço nas suas tecnologias utilizadas para detecção automática dessas imagens, o fato é que essa moderação continua sendo falha e a prova disso é que canais com milhares &#8211; e alguns com dezenas de milhares &#8211; de usuários estão trocando livremente imagens de abuso sexual infantil. E essas imagens continuam disponíveis na plataforma por meses”.</p>
<p>“Há uma distância entre o que a empresa diz que está fazendo e o que a gente tem observado a partir das denúncias que recebe e das evidências coletadas. O relatório que eles publicaram após a primeira denúncia não revela a moderação feita por idioma, nem por país. Eles falam em 2,5 mil canais bloqueados por dia, mas não dizem onde isso foi bloqueado, em qual idioma, em qual mercado, em qual país. Então, pode ser que eles estejam priorizando os países em que há regulação ou uma cobrança maior das autoridades”, explicou Tavares.</p>
<p>O Telegram é um dos cinco aplicativos mais baixados do mundo. Em 2024, ele ultrapassou 950 milhões de usuários ativos mensais. A empresa é sediada em Dubai.</p>
<h2>Como denunciar</h2>
<p>É possível denunciar páginas que contenham imagens de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Isso pode ser feito na <a href="https://new.safernet.org.br/denuncie#" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Central Nacional de Denúncias da Safernet Brasil</a>, que é conveniada com o Ministério Público Federal. Em caso de suspeita de violência sexual contra crianças ou adolescentes, deve ser acionado o Disque 100.</p>
<p>Conforme as denúncias, a plataforma Telegram também permite que os usuários reportem conteúdos, canais, grupos ou mensagens criminosas. Segundo a própria plataforma, todos os aplicativos do Telegram contam com botões de &#8216;Denunciar&#8217; que permitem que seja sinalizado conteúdo ilegal.</p>
<p>No Telegram para Android, é preciso tocar na mensagem e selecionar Denunciar no menu. No iOS, deve-se pressionar e segurar a mensagem. No Telegram Desktop, Web ou Telegram para macOS, basta clicar com o botão direito na mensagem e selecionar Denunciar. Em seguida, deve-se escolher o motivo apropriado. Isso também pode ser feito por este <a href="http://abuse@telegram.org" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>e-mail</em></a>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-02/aumentam-denuncias-de-imagens-sobre-abuso-sexual-infantil-no-telegram</p>
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