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		<title>Lula: Itália pediu mais tempo para aprovar acordo com Mercosul</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 17:33:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (18) que a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, pediu mais alguns dias de prazo para tentar vencer resistências internas contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul.  Negociado há mais de 25 anos, o tratado comercial do bloco europeu com o grupo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (18) que a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, pediu mais alguns dias de prazo para tentar vencer resistências internas contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. </strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Lula-Italia-pediu-mais-tempo-para-aprovar-acordo-com-Mercosul.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/12/Lula-Italia-pediu-mais-tempo-para-aprovar-acordo-com-Mercosul.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Negociado há mais de 25 anos, o tratado comercial do bloco europeu com o grupo formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai tinha previsão de ser assinado durante a Cúpula de Líderes do Mercosul, marcada para o próximo sábado (20), em Foz do Iguaçu (PR), mas tem sido contestado especialmente pela França, que teme perder competitividade na agricultura e, agora, pelo italianos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Na conversa com a primeira-ministra Meloni, ela ponderou para mim que ela não é contra o acordo. Ela apenas está vivendo um certo embaraço político por conta dos agricultores italianos, mas que ela tem certeza que ela é capaz de convencê-los a aceitar o acordo. E, então, ela pediu para mim que se a gente tiver paciência de uma semana, de 10 dias, de máximo um mês, a Itália estará junto com o acordo&#8221;, afirmou o presidente, em entrevista à imprensa. </p>
</blockquote>
<p>Segundo ele, o pedido será levado para debate entre os presidentes do Mercosul.  </p>
<blockquote>
<p>&#8220;O acordo é mais favorável à União Europeia do que a nós. E nós dissemos para eles que esse acordo era extremamente importante do ponto de vista político. Porque é um acordo que envolve 722 milhões de seres humanos, 22 trilhões de dólares e é um acordo que vai dar uma resposta de sobrevivência, de sobrevida, do multilateralismo àqueles que querem construir o unilateralismo&#8221;, destacou Lula.</p>
</blockquote>
<p>O presidente recebeu jornalistas para um café da manhã, no Palácio do Planalto, seguido de coletiva de imprensa. Ele foi acompanhado dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad; da Casa Civil, Rui Costa; das Relações Exteriores, Mauro Vieira; e do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.</p>
<p>Neste semestre, o Brasil está na presidência do Mercosul e Lula colocou como prioridade a finalização do acordo com os europeus, mas o texto ainda não foi aprovado no Parlamento Europeu, condição para que seja assinado durante o encontro em Foz do Iguaçu neste fim de semana. Ontem, em reunião ministerial, Lula chegou a afirmar que esta é a última chance para que o acordo seja firmado, posição que vem sendo reforçada pelo chanceler Mauro Vieira.</p>
<p><strong>Durante a coletiva de imprensa, Lula observou que o envolvimento dos líderes dos países europeus é essencial para que o acordo siga adiante</strong> e revelou ter apelado até a primeira-dama da França, Brigitte Macron, para &#8220;amolecer o coração&#8221; do presidente francês, Emmanuel Macron. O presidente brasileiro voltou a destacar que as salvaguardas previstas garantem a proteção do mercado agrícola europeu.  </p>
<p>&#8220;Então, o que eu acho é que quando nós, dirigentes queremos fazer, a gente tem que fazer&#8221;, disse. &#8220;Se não vai ser possível assinar agora, porque não vai estar pronto, eu também não posso fazer nada. Vamos aguardar amanhã. A esperança é a última que morre&#8221;, finalizou.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-12/lula-italia-pediu-mais-tempo-para-aprovar-acordo-com-mercosul</p>
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		<title>STF estabelece prazo para Congresso aprovar lei sobre automação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 00:07:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (9) determinar um prazo de 24 meses para que o Congresso aprove uma lei para proteger os trabalhadores contra a automação. Por unanimidade, a Corte reconheceu a omissão legislativa dos parlamentares e entendeu que o Legislativo tem o dever de legislar sobre a matéria.  A Constituição de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (9) determinar um prazo de 24 meses para que o Congresso aprove uma lei para proteger os trabalhadores contra a automação.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/STF-estabelece-prazo-para-Congresso-aprovar-lei-sobre-automacao.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/STF-estabelece-prazo-para-Congresso-aprovar-lei-sobre-automacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Por unanimidade, a Corte reconheceu a omissão legislativa dos parlamentares e entendeu que o Legislativo tem o dever de legislar sobre a matéria. </p>
<p>A Constituição de 1988 previu que os trabalhadores urbanos e rurais têm direito à “proteção em face da automação”. Contudo, após 37 anos de vigência da Carta Magna, o direito não foi regulamentado pelo Congresso.</p>
<p><strong>O caso chegou ao Supremo por meio de uma ação protocolada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em julho de 2022. </strong>O órgão apontou a omissão do Congresso na falta de aprovação de uma lei para regulamentar a proteção dos trabalhadores.</p>
<p>Na ação, a procuradoria ressaltou que a tecnologia e a inovação são importantes para o país, mas podem gerar perda massiva de empregos, substituindo o trabalho desempenhado pelo ser humano por máquinas e computadores.</p>
<p><strong>A Central Única dos Trabalhadores (CUT) também participou da tramitação da ação </strong>e afirmou que o uso de máquinas e robôs comandados por inteligência artificial vai automatizar diversos tipos de emprego.</p>
<p>A entidade citou que a pandemia de covid-19 intensificou a automação, aumentou a competitividade e fechou postos de trabalho.</p>
<h2>Julgamento</h2>
<p><strong>O relator do caso, ministro Luís Roberto Barroso, votou a favor da determinação para que o Congresso aprove uma lei específica para regulamentar a proteção dos trabalhadores.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Seria uma ingenuidade a gente achar que pode limitar o avanço tecnológico. O que me ocorre é mecanismos de capacitação e proteção do trabalhador&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>O voto foi seguido pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, André Mendonça, Gilmar Mendes, Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Edson Fachin. </p>
<p>Os ministros também decidiram determinar prazo de 24 meses para que o Congresso cumpra a regulamentação.<strong> Segundo Flávio Dino, a determinação do prazo é necessária para garantir que a decisão da Corte seja cumprida.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Temos que fixar o prazo para impulsionar o Congresso. Com prazo, eles já não estão cumprindo, sem prazo isso vai conduzir a inocuidade&#8221;, argumentou.</p>
</blockquote>
<p><strong>O ministro Alexandre de Moraes citou que o Congresso poderá regulamentar a proibição de demissões em massa de trabalhadores em função da substituição do trabalho humano por inteligência artificial ou programas de computadores, por exemplo.</strong></p>
<p>No entendimento do ministro, a Corte poderá estipular balizas se os parlamentares não cumprirem o prazo determinado para aprovação da lei. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Mesmo na ausência de regulamentação, o Supremo não invadiria a competência do Congresso, mas poderia estabelecer alguns modelos protetivos, que serviriam para grande parte das categorias&#8221;, completou.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-10/stf-estabelece-prazo-para-congresso-aprovar-lei-sobre-automacao</p>
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		<item>
		<title>Haddad acredita em negociação para Congresso aprovar MP do IOF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 15:54:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou, nesta terça-feira (7), que acredita em um acordo para aprovação da medida provisória (MP) relacionada à elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que prevê medidas para aumento da arrecadação e de corte de gastos obrigatórios. Se o texto não for votado até nesta quarta-feira (8), perderá a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou, nesta terça-feira (7), que acredita em um acordo para aprovação da medida provisória (MP) relacionada à elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que prevê medidas para aumento da arrecadação e de corte de gastos obrigatórios. <strong>Se o texto não for votado até nesta quarta-feira (8), perderá a validade.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Haddad-acredita-em-negociacao-para-Congresso-aprovar-MP-do-IOF.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/10/Haddad-acredita-em-negociacao-para-Congresso-aprovar-MP-do-IOF.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Nós temos espaço para negociar”, disse Haddad em entrevista ao programa<em> Bom dia, Ministro</em>, do <strong>Canal Gov</strong>. “Ninguém é ingênuo a ponto de imaginar que a lei encaminhada ao Congresso Nacional vai ser aprovada sem emendas”, ressaltou.</p>
<blockquote>
<p>“Até aqui, eu estou confiante que nós vamos chegar numa equação que atende as prioridades do governo, do ponto de vista de deixar um orçamento adequado para o ano que vem. Ah, pode ter surpresa? Eu já fui surpreendido em outras ocasiões e nós tivemos condição de superar os desafios que foram colocados buscando alternativas. Às vezes você se surpreende, mas eu não sei se vai ser o caso agora. Eu penso que a conversa está bem encaminhada”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>No fim de maio, o governo anunciou um bloqueio e um contingenciamento de cerca de R$ 30 bilhões para atingir a meta definida pela lei do arcabouço fiscal. <strong>Além disso, foi editado decreto sobre o IOF, para operações de crédito, de seguros e de câmbio, que previa arrecadar mais R$ 20 bilhões neste ano.</strong></p>
<p><strong>&gt;&gt;Entenda como fica o IOF após derrubada de decreto</strong></p>
<p>A medida sofreu críticas do mercado financeiro e do Congresso Nacional, de que o pacote fiscal não promoveria corte de gastos, o que levou o governo a negociar uma MP alternativa ao decreto do IOF.  Sem ela, o Executivo teria que contingenciar mais gastos federais, o que impactaria ainda mais o funcionamento da máquina pública, atingindo também as emendas parlamentares dos deputados e senadores.</p>
<p>O texto alternativo foi publicado e 11 de junho e precisa ser votado em 120 dias. Entretanto, ainda há resistência no Congresso com setores contrários às taxações previstas.</p>
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<p>A MP enviada pelo governo prevê, entre outros:</p>
<ul>
<li>Endurecimento de critérios para pedir compensações tributárias, que são pedidos de descontos de tributos pagos a mais na cadeia produtiva;</li>
<li>Elevação de 15% para 20% do Imposto de Renda retido na fonte sobre Juros sobre Capital Próprio (JCP), que são um tipo de remuneração que empresa paga aos acionistas;</li>
<li>Elevação de 12% para 18% de imposto sobre o faturamento das bets (empresas de apostas eletrônicas);</li>
<li>Elevação da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) sobre fintechs de 9% para 15%; e</li>
<li>Fim de isenção de Imposto de Renda para títulos privados incentivados (LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas).</li>
</ul>
<p>Sobre as resistências ao texto, o ministro Fernando Haddad, lembrou que é difícil cortar privilégio tributário no Brasil. “É difícil, porque as pessoas vêm para cá [para a imprensa] e começam a insistir que vai acabar o mundo. E os privilégios, para serem cortados, exigem muita tenacidade, muita determinação, sobretudo por parte da área econômica”, disse.</p>
<blockquote>
<p>“O que a gente está fazendo é mostrando que tem privilégios tributários que não fazem mais sentido. E quando um privilégio tributário não faz sentido, ele tem que ser cortado. Porque está fazendo falta para alguém que está precisando mais do que aquele empresário”, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Isenção do IR</h2>
<p>Durante a entrevista, Haddad também comemorou a aprovação da isenção de Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas com renda mensal de até R$ 5 mil e desconto para quem ganha até R$ 7.350 mensais. <strong>A votação na Câmara dos Deputados, no último dia 1º teve 493 votos favoráveis e nenhum contrário.</strong></p>
<p>“Ficou muito difícil achar uma brecha para criticar”, disse o ministro, elogiando o texto, que, segundo ele, foi elaborado por quase 1 ano pela equipe do Ministério da Fazenda. “Ela [a reforma] começou a ser elogiada aos quatro cantos, por pessoas que tem posições ideológicas muito diferentes, e que viram nessa ideia uma virtude de que ela começava a colocar o dedo num problema grave do Brasil, que é o problema da desigualdade. Então, aquele placar, para de ser bem honesto, nem me surpreendeu”, disse.</p>
<blockquote>
<p>“A ideia de que todo mundo que tem um rendimento expressivo pague o imposto de renda mínimo e que essa arrecadação seja utilizada para isentar, desonerar, quem ganha até R$ 5 mil e diminuir o imposto de quem ganha até R$ 7.300, essa ideia realmente, ela foi muito inovadora”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p><strong>A expectativa do ministro é que o texto também seja aprovado ainda em outubro no Senado para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregue “sua principal promessa de campanha”.</strong></p>
<p>Sobre a possibilidade de aumentar a faixa de isenção para quem ganha até R$ 10 mil, que está sendo debatida no Congresso, Haddad explicou que, para isso, a legislação fiscal determina que seja indicada uma nova fonte de recursos.</p>
<p>“O deputado Arthur Lira, [relator do projeto] lá na Câmara, declarou prejudicadas as emendas que não indicavam a fonte de ampliação do benefício. Então, o relator no Senado, se quiser seguir a lei, vai ter que afastar as emendas que queiram dar um benefício maior sem indicar fonte”, explicou.</p>
<blockquote>
<p>“Agora, se a emenda indicar a fonte, vamos supor que, ao invés de um imposto mínimo de 10%, ele queira fixar um imposto mínimo de 15%, ele vai ter espaço para ampliar a faixa de isenção. Mas tem que ser uma proposta coerente, porque o Brasil também está um pouco cansado de populismo”, acrescentou o ministro.</p>
</blockquote>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-10/haddad-acredita-em-negociacao-para-congresso-aprovar-mp-do-iof</p>
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		<item>
		<title>Motta: não há compromisso de aprovar alternativa à elevação do IOF</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/motta-nao-ha-compromisso-de-aprovar-alternativa-a-elevacao-do-iof/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 19:37:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), informou, nesta segunda-feira (8), que não há compromisso do Legislativo com a aprovação da medida provisória (MP) que deve ser a alternativa ao decreto que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). “Não há do Congresso, é importante aqui registrar, o compromisso de aprovar essas medidas que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), informou, nesta segunda-feira (8), que não há compromisso do Legislativo com a aprovação da medida provisória (MP) que deve ser a alternativa ao decreto que elevou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Motta-nao-ha-compromisso-de-aprovar-alternativa-a-elevacao-do.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/06/Motta-nao-ha-compromisso-de-aprovar-alternativa-a-elevacao-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<blockquote>
<p>“Não há do Congresso, é importante aqui registrar, o compromisso de aprovar essas medidas que vêm na MP. A MP será enviada apenas para que, do ponto de vista contábil, não se tenha que aumentar o contingenciamento”, disse Motta em seminário organizado pelo Grupo Globo com representantes do mercado financeiro.</p>
</blockquote>
<p>O líder do PT na Câmara, deputado Lindberg Farias (PT-RJ), avalia como natural o comentário de Motta. </p>
<blockquote>
<p>“Nós vamos para o debate. A fala do Hugo agora não é nada demais. É uma fala natural porque, inclusive, não tem texto da medida provisória. E isso vai ser uma construção”, disse a jornalistas, em Brasília.</p>
</blockquote>
<p>O governo anunciou, no final de maio, um bloqueio e um contingenciamento de cerca de R$ 30 bilhões para atingir a meta definida pela lei do arcabouço fiscal. Além disso, foi editado decreto sobre IOF que previa arrecadar mais R$ 20 bilhões neste ano. </p>
<p><strong>A medida sofreu resistência do mercado financeiro e do Congresso Nacional, o que levou o governo a negociar uma MP alternativa ao decreto do IOF. </strong></p>
<p>Sem essa alternativa, o governo teria que contingenciar mais gastos federais neste ano, o que impactaria ainda mais o funcionamento da máquina pública, atingindo as emendas parlamentares dos deputados e senadores.</p>
<h2>Alternativas</h2>
<p><strong>Entre as medidas alternativas da MP estão o aumento da taxação das casas de apostas on-line, as chamadas bets, assim como a taxação de 5% de títulos hoje isentos, como as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e as Letras de Crédito Imobiliário (LCI).</strong> As LCAs são letras de crédito para financiar o agronegócio e a Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) <a href="https://x.com/fpagropecuaria/status/1932117814271193398" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">já se manifestou contra a medida</a>.</p>
<p><strong>Outras propostas debatidas são a taxação dos juros sobre capital próprio (JCP) e o corte de 10% nos benefícios tributários concedidos a diversos setores e que não estão previstos na Constituição. </strong>O governo estima que gasta R$ 800 bilhões em isenções tributárias todos os anos.</p>
<p>Ontem, o presidente da Câmara havia comemorado o “recuo” do governo que decidiu rever o decreto do IOF. “Foi uma vitória do bom senso &#8211; e da boa política”, disse Motta, em uma rede social.</p>
<p><strong>O líder governista Lindbergh Farias avalia que a MP negociada com o governo foi uma vitória dos presidentes da Câmara e do Senado. </strong></p>
<blockquote>
<p>“A gente calcula, inclusive, que os ganhos fiscais vão ser um terço do que era no decreto IOF. Vocês vejam, por exemplo, que o risco sacado teve uma redução de até 80%”, completou, se referindo a uma das medidas do decreto do IOF.</p>
</blockquote>
<h2>Saúde e educação</h2>
<p><strong>O presidente da Câmara, Hugo Motta, voltou a defender hoje cortes mais estruturais e sugeriu a desvinculação dos pisos da saúde e da educação que, segundo a Constituição, tem uma porcentagem mínima que deve ser respeitada.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Não havia interesse do governo em debater essas pautas, as pautas estruturantes, debater o corte das isenções fiscais, debater o que nós podemos avançar na desvinculação sobre saúde e educação, poder debater o crescimento do gasto primário em diversas áreas”, disse.</p>
</blockquote>
<p>Ao desvincular os gastos da saúde e educação, em tese, os valores destinados a essas áreas podem sofrer cortes maiores que os permitidos atualmente pela legislação. Outra proposta que vem sendo levantada no debate é desvincular o reajuste das aposentadorias dos aumentos do salário-mínimo.</p>
<p>São medidas defendidas pelo relator da reforma administrativa, deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), nomeado por Motta para apresentar um texto sobre o tema.</p>
<p>O líder do PT na Câmara disse que a legenda é contrária a esse tipo de proposta.</p>
<blockquote>
<p>“Nós somos contra, muito contra. Nós não vamos topar isso. Desvincular salário mínimo da Previdência, sinceramente, um aposentado que ganha um salário mínimo. Essa desvinculação é criminosa. É a gente tratar o ajuste em cima dos mais pobres”, defendeu Lindbergh Farias.</p>
</blockquote>
<h2>Corte de gastos</h2>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta, defendeu cortes de gastos maiores e destacou que não dá para o Congresso ser o “policial mal”, enquanto o governo banca o “policial bonzinho”.</p>
<blockquote>
<p>“Chegou um momento da discussão que um determinado ator importante do governo disse que vai ter um shutdown [paralisação da máquina pública] se derrubar a medida do IOF. E talvez seja o que o país esteja precisando para todo mundo sair da sua zona de conforto. Porque está todo mundo olhando a situação, mas ninguém quer abrir mão de nada”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p>O deputado Lindberg Farias avalia que o governo já fez cortes importantes, citou o contingenciamento de R$ 30 bilhões e também o pacote de ajuste fiscal do ano passado, que limitou a valorização real do salário-mínimo. Estima-se que o pacote do ano passado reduza as despesas em R$ 327 bilhões em cinco anos.</p>
<p>“Quando aperta, o andar de cima não quer pagar nada. Só gosta de fazer ajuste em cima de programa social, de corte na saúde e na educação, mas não quer dar sua contribuição. Esses temas têm que ser enfrentados”, acrescentou o petista.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>O arcabouço fiscal aprovado no primeiro ano do atual governo, que substituiu o teto de gastos aprovado no governo de Michel Temer, obriga a União a cumprir uma meta fiscal de gastos primários, que são os gastos totais, deixando de fora as despesas com a dívida pública.</p>
<p>Como as despesas sociais com previdência, saúde e educação crescem mais rápido do que o arcabouço comporta,<strong> há necessidade de a União buscar novas receitas ou cortar despesas para cumprir com a meta estabelecida na lei.</strong></p>
<p>O setor empresarial, em especial o mercado financeiro, cobra que o governo apresente cortes de gastos maiores para atingir a meta fiscal, e rejeita medidas de aumento da arrecadação. Porém, o Executivo tem apresentado algumas medidas de aumento de receitas, a exemplo do decreto do IOF.</p>
<p>Contribui para pressionar a dívida pública brasileira os juros praticados pelo Banco Central de 14,75% ao ano, o terceiro maior em valores reais do mundo. Impulsionada pela alta dos juros, a dívida pública federal cresceu 1,44% em abril. A alta foi reforçada pela apropriação de R$ 70,3 bilhões em juros.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
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    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/motta-nao-ha-compromisso-de-aprovar-alternativa-elevacao-do-iof</p>
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		<title>Projeto do IR enfrentará debate para aprovar contrapartida, diz Haddad</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Mar 2025 00:56:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na noite desta sexta-feira (21) que o projeto do governo federal que pretende isentar do Imposto de Renda as pessoas que ganham até R$ 5 mil deverá ser aprovado pelo Congresso Nacional. No entanto, ele ressalvou que a compensação da isenção enfrentará “o debate real”. “A dificuldade é [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na noite desta sexta-feira (21) que o projeto do governo federal que pretende isentar do Imposto de Renda as pessoas que ganham até R$ 5 mil deverá ser aprovado pelo Congresso Nacional.</strong> No entanto, ele ressalvou que a compensação da isenção enfrentará “o debate real”.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Projeto-do-IR-enfrentara-debate-para-aprovar-contrapartida-diz-Haddad.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Projeto-do-IR-enfrentara-debate-para-aprovar-contrapartida-diz-Haddad.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“A dificuldade é fazer quem não paga pagar para compensar, que é a contrapartida”, disse o ministro, no podcast Inteligência Ltda. </p>
<blockquote>
<p>“Nós vamos ter alguns meses de debate, o que é ótimo. Quanto mais se debater, quanto mais a sociedade estiver envolvida, melhor. Vai ser muito difícil um deputado se manifestar contra a isenção. Então qual vai ser o debate real? A compensação, quem paga. O que a gente combinou, que não pode acontecer, é dar o benefício sem compensação”, acrescentou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo o Ministério da Fazenda, mais de dez milhões de brasileiros deverão ser beneficiados com o aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda</strong>, anunciado na última terça-feira (18) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O projeto já foi encaminhado ao Congresso Nacional. </p>
<p>De acordo com a pasta, a proposta deverá ter impacto neutro sobre a arrecadação do governo. <strong>A isenção deverá gerar uma renúncia fiscal prevista em R$ 25,8 bilhões e será financiada por meio da taxação de cerca de 141,3 mil pessoas que ganham mais de R$ 50 mil por mês</strong> &#8211; ou seja, 0,13% de todos os contribuintes do país.  Caso seja aprovada pelo Congresso, a proposta valerá a partir de 2026.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/projeto-do-ir-enfrentara-debate-para-aprovar-contrapartida-diz-haddad</p>
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