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	<title>Anvisa - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Anvisa aprova fim da obrigatoriedade de máscaras em aviões e aeroportos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 00:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Aprova]]></category>
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		<category><![CDATA[Obrigatoriedade]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de mais de dois anos, as máscaras deixarão de ser exigidas nos aviões e nos aeroportos. Por unanimidade, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (17) o fim da exigência do equipamento de proteção em voos no Brasil. Apesar do fim da obrigatoriedade, as máscaras faciais e o distanciamento social continuarão a ser recomendados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de mais de dois anos, as máscaras deixarão de ser exigidas nos aviões e nos aeroportos. Por unanimidade, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (17) o fim da exigência do equipamento de proteção em voos no Brasil.</p>
<p>Apesar do fim da obrigatoriedade, as máscaras faciais e o distanciamento social continuarão a ser recomendados como medidas para minimizar o risco de transmissão da covid-19. A medida foi aprovada pelos cinco diretores da agência: Alex Machado Campos, que foi o relator; Daniel Pereira; Rômison Rodrigues Mota; Meiruze Sousa Freitas e Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa.</p>
<p>Mesmo com o fim da obrigatoriedade das máscaras, uma série de protocolos em vigor desde o início da pandemia de covid-19 foi mantida. Os aeroportos e as companhias aéreas continuarão a cumprir as seguintes medidas:</p>
<p>•        disponibilização de álcool em gel<br />
•        avisos sonoros com adaptações, recomendando o uso de máscaras, especialmente por pessoas vulneráveis<br />
•        procedimentos de limpeza e desinfecção contínuas<br />
•        sistemas de climatização<br />
•        desembarque por fileiras</p>
<p>Em documento, a Anvisa informou que o cenário epidemiológico atual permite que algumas medidas sanitárias tomadas em 2020 sejam atualizadas, como o uso obrigatório das máscaras. “Diante do atual cenário, o uso de máscaras, adotado até então como medida de saúde coletiva, é convertido em medida de proteção individual”, destacou a Anvisa.</p>
<p>A máscara nos terminais aéreos e nos aviões deixou de ser exigida em diversos países, como os Estados Unidos, a França, o Reino Unido e Portugal.</p>
<p>Em maio, a Anvisa liberou o serviço de bordo e autorizou o uso da capacidade máxima de passageiros nos aviões, mas manteve o uso de máscaras em aviões e áreas restritas de aeroportos.</p>
<p>As medidas entram em vigor assim que forem publicadas no Diário Oficial da União.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Anvisa mantém proibição da venda de cigarros eletrônicos</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/anvisa-mantem-proibicao-da-venda-de-cigarros-eletronicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2022 00:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Cigarros Eletrônicos]]></category>
		<category><![CDATA[Proibição]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu hoje (6) manter a proibição de importação, propaganda e venda de cigarros eletrônicos no Brasil. A restrição começou em 2009, mas a comercialização continua ocorrendo de forma ilegal no país. A decisão foi tomada durante a 10ª reunião da diretoria colegiada do órgão. Por unanimidade, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Brasil &#8211; A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu hoje (6) manter a proibição de importação, propaganda e venda de cigarros eletrônicos no Brasil. A restrição começou em 2009, mas a comercialização continua ocorrendo de forma ilegal no país.</p>
<p>A decisão foi tomada durante a 10ª reunião da diretoria colegiada do órgão. Por unanimidade, a diretoria seguiu voto proferido pela diretora Cristiane Rose Jourdan.</p>
<p>Segundo a diretora, estudos científicos demonstram que o uso dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs) está relacionado com aumento do risco de jovens ao tabagismo, potencial de dependência e diversos danos à saúde pulmonar, cardiovascular e neurológica.</p>
<p>Os cigarros eletrônicos são aparelhos alimentados por bateria de lítio e um cartucho ou refil, que armazena o líquido. Esse aparelho tem um atomizador, que aquece e vaporiza a nicotina. O aparelho traz ainda um sensor, que é acionado no momento da tragada e ativa a bateria e a luz de led.</p>
<p>A temperatura de vaporização da resistência é de 350°C. Nos cigarros convencionais, essa temperatura chega a 850°C. Ao serem aquecidos, os DEFs liberam um vapor líquido parecido com o cigarro convencional.</p>
<p>Os cigarros eletrônicos estão na quarta geração, onde é encontrada concentração maior de substâncias tóxicas. Existem ainda os cigarros de tabaco aquecido. São dispositivos eletrônicos para aquecer um bastão ou uma cápsula de tabaco comprimido a uma temperatura de 330°C. Dessa forma, produzem um aerossol inalável.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Anvisa prorroga por 1 ano uso emergencial de vacinas contra a covid-19</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/anvisa-prorroga-por-1-ano-uso-emergencial-de-vacinas-contra-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2022 00:28:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Emergencial]]></category>
		<category><![CDATA[Uso]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinas]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu hoje (12) pela prorrogação por 1 ano da validade das autorizações de uso emergencial de medicamentos e vacinas contra a covid-19. Nesse prazo, as empresas terão que pedir o registro sanitário definitivo. Com a resolução aprovada hoje, a Anvisa pretende manter o padrão atual no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Brasil &#8211; A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu hoje (12) pela prorrogação por 1 ano da validade das autorizações de uso emergencial de medicamentos e vacinas contra a covid-19. Nesse prazo, as empresas terão que pedir o registro sanitário definitivo.</p>
<p>Com a resolução aprovada hoje, a Anvisa pretende manter o padrão atual no fornecimento de vacinas e medicamentos contra a covid-19. A autorização para uso emergencial de vacinas se deu com a necessidade de uma resposta rápida ao contágio da covid-19 e o aumento no número de casos e mortes no país.</p>
<p>A decisão da agência foi necessária, uma vez que as autorizações de uso emergencial perderam a validade com o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), declarado pelo Ministério da Saúde em abril. As vacinas da Pfizer, da Johnson &amp; Jonhson (Janssen) e da AstraZeneca já tiveram seus registros definitivos aprovados pela agência.</p>
<p>A resolução aprovada hoje pela Diretoria Colegiada também trouxe algumas mudanças para os novos pedidos de autorização de uso emergencial. Entre os principais pontos, está a necessidade de os fabricantes dos medicamentos ou vacinas de terem Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF) emitido pela Anvisa, além da obrigação das empresas detentoras de autorização de notificar os eventos adversos graves em até 72 horas da ocorrência.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Anvisa proíbe importação e venda de chocolates Kinder da Bélgica</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/anvisa-proibe-importacao-e-venda-de-chocolates-kinder-da-belgica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2022 19:08:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[Kinder Ovo]]></category>
		<category><![CDATA[Proibição]]></category>
		<category><![CDATA[Venda]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu, na noite de ontem (14), resolução que proíbe a comercialização, distribuição, importação e uso de produtos da marca Kinder no Brasil. Segundo a agência, a medida vale para todos os produtos Ferreiro fabricados na Bélgica. “Embora o Brasil não esteja entre os países de destino [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu, na noite de ontem (14), resolução que proíbe a comercialização, distribuição, importação e uso de produtos da marca Kinder no Brasil. Segundo a agência, a medida vale para todos os produtos Ferreiro fabricados na Bélgica.</p>
<p>“Embora o Brasil não esteja entre os países de destino dos produtos, conforme noticiado pela Anvisa, a Agência considerou prudente publicar a medida preventiva com o objetivo de informar à sociedade e de evitar que o produto seja consumido ou trazido de fora do país por pessoas físicas ou importadoras”, informou a Anvisa no documento.</p>
<p>A empresa Ferrero foi notificada a prestar informações sobre importações e controle de produtos no país. A medida, no entanto, não afeta os produtos produzidos e comercializados nacionalmente.</p>
<p>Na semana passada, casos de salmonela foram registrados no Reino Unido, causados pelo consumo de produtos da marca Kinder. O Ministério da Justiça e Segurança Pública notificou a fabricante Ferrero do Brasil. Por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), a pasta determinou que a Ferrero do Brasil formalize o recall do chocolate Kinder ou apresente esclarecimentos sobre a segurança do produto.</p>
<p><strong>Nota da empresa</strong></p>
<p>Em nota, a Ferrero do Brasil não atualizou hoje (15) o posicionamento após a publicação da resolução da Anvisa. A manifestação, que já havia sido publicada, afirmou que os produtos em questão não são comercializados em solo nacional. Leia a manifestação da empresa na íntegra:</p>
<blockquote><p>Com relação às últimas comunicações emitidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a Ferrero do Brasil reafirma que os produtos da linha Kinder fabricados em Arlon, na Bélgica, alvo do recall internacional, não são distribuídos pela Ferrero Brasil.</p>
<p>A empresa reitera que o recall voluntário que vem sendo realizado em outros países refere-se apenas a produtos Kinder Surprise, Kinder Mini Eggs, Kinder Surprise Maxi 100g e Kinder Schokobons fabricados em Arlon, Bélgica.</p>
<p>A Ferrero Brasil segue à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas e colaborar junto às autoridades locais.</p></blockquote>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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