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	<title>africanos - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Brasil apresenta modelo de segurança alimentar a países africanos</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2025 20:32:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasil e países africanos compartilham de um objetivo comum: garantir a segurança alimentar, de forma a erradicar a fome de suas populações, colocando à mesa das famílias alimentos saudáveis. Para conhecer a experiência brasileira, que conseguiu acabar com a fome de dezenas de milhões de pessoas, 150 representantes de 40 países africanos estão em Brasília [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Brasil e países africanos compartilham de um objetivo comum: garantir a segurança alimentar, de forma a erradicar a fome de suas populações, colocando à mesa das famílias alimentos saudáveis.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Brasil-apresenta-modelo-de-seguranca-alimentar-a-paises-africanos.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Brasil-apresenta-modelo-de-seguranca-alimentar-a-paises-africanos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Para conhecer a experiência brasileira, que conseguiu acabar com a fome de dezenas de milhões de pessoas, 150 representantes de 40 países africanos estão em Brasília para participar, até quinta-feira (22), do 2º Diálogo Brasil-África sobre Segurança Alimentar, Combate à Fome e Desenvolvimento Rural.</strong></p>
<p>Nesta terça-feira (20), muitos dos trabalhos desenvolvidos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) foram apresentados às autoridades africanas. Em especial, políticas públicas como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), bem como as de formação de estoques e de incentivo à agricultura familiar.</p>
<p>O encontro contou com a participação do ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, a quem coube explicar algumas das políticas de Estado voltadas à erradicação da fome no país.</p>
<p>Também participou do encontro o ministro da Agricultura e das Florestas da Angola, Isaac dos Anjos. Por meio de parceria com a Conab, está em curso uma nova capacitação, para 75 técnicos angolanos, sobre políticas e programas de abastecimento social, custos de produção, armazenamento, controle de qualidade e fiscalização.</p>
<p>Na primeira etapa, no ano passado em Luanda, capital angolana, foram capacitados 97 profissionais, em temas como agricultura familiar, monitoramento de safra, análise de mercado e preços mínimos.</p>
<h2>Soberania alimentar</h2>
<blockquote>
<p>“Soberania alimentar é, em primeiro lugar, produção de alimentos. Em segundo lugar, produção de alimentos saudáveis, algo relevante inclusive no sentido de prevenir doenças”, disse o ministro Paulo Teixeira ao iniciar sua participação no evento.</p>
</blockquote>
<p>Ele destacou frentes de ações voltadas a crédito a pequenos produtores, bem como de compras públicas e de políticas voltadas à reforma agrária.</p>
<p><strong>“Somado a isso, assistência técnica e rural e programas voltados a regiões específicas”, acrescentou Teixeira ao dar, como exemplo, algumas iniciativas voltadas a incentivar, na Amazônia, florestas produtivas de “espécies com resultado econômico para produtores, como açaí, cacau e palma de dendê.”</strong></p>
<h2>Agricultura familiar</h2>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/Brasil-apresenta-modelo-de-seguranca-alimentar-a-paises-africanos.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 20/05/2025 - Ministro do desenvolvimento agrário, Paulo Teixeira, participa do 2º Diálogo Brasil-África sobre Segurança Alimentar, Combate à fome e desenvolvimento rural&#13;&#10;Os objetivos do evento incluem o compartilhamento de experiências em produção agropecuária e aquícola, a troca de conhecimentos e tecnologias, o debate sobre o papel de políticas públicas eficazes, a discussão sobre pesquisa e inovação, e a valorização da agricultura familiar e da sustentabilidade. &#13;&#10;Foto: Jose Cruz/Agência Brasil" title="Jose Cruz/Agência Brasil"/></noscript><br />
    <!-- END scald=424660 --></div>
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<p>A agricultura familiar produz cerca de mil alimentos, enquanto o agronegócio produz apenas 15, diz o ministro Paulo Teixeira &#8211; <strong>Jose Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=424660--></p>
</div>
</div>
<p>Teixeira lembrou que, enquanto a agricultura familiar produz uma variedade de cerca de mil alimentos, o agronegócio produz apenas 15. Segundo o ministro, isso mostra que é justamente a agricultura familiar a que leva alimentos à mesa das pessoas.</p>
<p>Nesse sentido, Teixeira afirmou que tais políticas têm que focar na diversidade de alimentos, o que inclui a “recuperação das culturas alimentares de nosso povo, em especial visando os alimentos saudáveis de nossos ancestrais”. </p>
<p>Para Teixeira, esta é uma alternativa ao que é oferecido pela indústria alimentícia, nem sempre saudável.</p>
<h2>Ajuda governamental</h2>
<p>O ministro explicou que algumas formas adotadas pelo governo, ao ajudar pequenos produtores, garantem a segurança alimentar da população.</p>
<blockquote>
<p>“A primeira ajuda é via financiamento”, disse o ministro. “Todo ano são feitos financiamentos, o que tem colaborado, inclusive, para os [recentes] recordes de safra que obtivemos.”</p>
</blockquote>
<p>Se, por razões climáticas, houver frustração de safra, uma solução são os seguros voltados para os produtores. “Isso é algo recorrente em tempos de mudanças climáticas”, argumentou o ministro.</p>
<p>A segunda ajuda citada por Teixeira são as políticas de compras públicas e os estoques públicos, algo que, segundo ele, foi retomado durante o atual governo.</p>
<p>“Pelo menos 30% das compras feitas por instituições como Forças Armadas, restaurantes universitários e hospitais têm que ser de agricultores familiares”, detalhou Teixeira, ao informar que, na área da saúde, há também incentivo para uso de fitoterápicos como plantas medicinais oriundas de pequenos produtores.</p>
<p>Muitas dessas compras, feitas junto à agricultura familiar, têm como destino escolas, mas podem também ser doadas a entidades que atendem populações vulneráveis</p>
<blockquote>
<p>“Por fim, como terceira forma de ajuda [do governo federal] estão as compras públicas que viabilizem acesso dos assentamentos de reforma agrária a novos mercados”, complementou.</p>
</blockquote>
<h2>Angola</h2>
<p>Presente ao encontro, o ministro angolano Isaac dos Anjos lembrou que as parcerias entre os dois países não se restringem à Conab, abrangendo também o Ministério da Agricultura e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>
<p>“Recebemos algumas visitas da Embrapa. Além disso, eu mesmo já fiz especialização na Bahia, sobre agricultura florestal. Temos aprendido muito. Agora buscamos experiências brasileiras voltadas ao desenvolvimento industrial”, disse Isaac dos Anjos.</p>
<p><strong>De acordo com o ministro, Angola já foi o quarto maior exportador de café. “Queremos voltar [a essa posição], mas não nos moldes coloniais, que exploravam a mão de obra barata de nosso país”, acrescentou.</strong></p>
<h2>Reparação histórica</h2>
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        <noscript><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/05/1747773148_861_Brasil-apresenta-modelo-de-seguranca-alimentar-a-paises-africanos.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 20/05/2025 - Presidente da CONAB, Edegar Pretto, participa do 2º Diálogo Brasil-África sobre Segurança Alimentar, Combate à fome e desenvolvimento rural&#13;&#10;Os objetivos do evento incluem o compartilhamento de experiências em produção agropecuária e aquícola, a troca de conhecimentos e tecnologias, o debate sobre o papel de políticas públicas eficazes, a discussão sobre pesquisa e inovação, e a valorização da agricultura familiar e da sustentabilidade. &#13;&#10;Foto: Jose Cruz/Agência Brasil" title="Jose Cruz/Agência Brasil"/></noscript><br />
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<div class="dnd-caption-wrapper">
<p><!--copyright=424665-->O presidente da Conab, Edegar Pretto, destaca a possibilidade de reparação histórica do Brasil a países africanos &#8211; <strong>Jose Cruz/Agência Brasil</strong><!--END copyright=424665--></p>
</div>
</div>
<p>Para o presidente da Conab, Edegar Pretto, parcerias com países africanos representam a possibilidade de o Brasil fazer uma reparação histórica com os povos do continente, uma vez que muitas das riquezas brasileiras foram geradas a partir dos escravizados que foram trazidos de lá, contra a vontade, pelos países colonizadores.</p>
<p>“Quando fui a Angola, vi água em abundância, solo e muita terra fértil. Lá, também, plantando, tudo dá”, disse Pretto. Ele espera que, por meio dessas cooperações, o Brasil mostre aos países africanos como precificar os produtos agrícolas, por meio de políticas voltadas à safra e ao armazenamento.</p>
<p><strong>Segundo o chefe da Assessoria de Relações Internacionais da Conab, Marisson de Melo Marinho, ao mesmo tempo que ensina, o Brasil aprende bastante com os países africanos.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Ganhamos experiência com eles, a partir das técnicas de produção aplicadas por eles, nas condições deles”, disse Marinho, que citou, entre os aprendizados obtidos naquele continente, o uso de resíduos e farelos de produções como a de trigo para a alimentação de animais.</p>
</blockquote>
<p>Ao mesmo tempo, novos mercados agrícolas acabaram sendo abertos ao Brasil. “Ao estendermos nossas mãos, favorecemos nossa balança comercial”, acrescentou.</p>
<h2>Ganha-ganha</h2>
<p>Na avaliação do secretário executivo adjunto do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Cléber Soares, o comércio bilateral com países africanos possibilita “uma relação ganha-ganha”.</p>
<p>“Temos muito a oferecer e a receber, como foi o caso do intercâmbio e das trocas de material genético”, afirmou Soares. Ele citou também, entre os benefícios dessa parceria, o cultivo, no Brasil, de um capim africano bastante eficiente para a alimentação de animais.</p>
<p>A fim de avançar nas parcerias, o Ministério da Agricultura vem ampliando as adidâncias agrícolas em outros países. “Passamos de 22 adidâncias para 40, das quais sete estão em países africanos”, disse o secretário.</p>
<p>Cléber Soares acrescentou que a Embrapa montou, na Etiópia, um escritório específico para as parcerias com a União Africana – organização que representa os 55 estados-membros do continente africano para promover a integração e o desenvolvimento socioeconômico de seus membros.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/brasil-apresenta-modelo-de-seguranca-alimentar-paises-africanos</p>
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		<title>Petrobras mira em países africanos para recompor reservas de petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 15:06:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Petrobras buscar adquirir campos de petróleo em países africanos para aumentar a quantidade de reservas da estatal, que prevê declínio da produção a partir de 2030. O interesse de comprar poços principalmente em Angola, na Namíbia e na África do Sul foi informado pela diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>A Petrobras buscar adquirir campos de petróleo em países africanos para aumentar a quantidade de reservas da estatal, que prevê declínio da produção a partir de 2030. O interesse de comprar poços principalmente em Angola, na Namíbia e na África do Sul foi informado pela diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, em Nova Déli, na Índia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Petrobras-mira-em-paises-africanos-para-recompor-reservas-de-petroleo.png?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/02/Petrobras-mira-em-paises-africanos-para-recompor-reservas-de-petroleo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com a diretora, a estatal brasileira está em conversas com petroleiras multinacionais, como ExxonMobil (Estados Unidos), Shell (Reino Unido) e TotalEnergies (França), que já são parceiras das Petrobras na produção de petróleo no Brasil.</p>
<p>A declaração foi feita à agência de notícias <em>Reuters</em> na última quarta-feira (12) e confirmada pela <strong>Agência Brasil</strong>. A diretora participou da India Energy Week, encontro internacional que reúne representantes da indústria petrolífera.</p>
<p>Para a diretora, a aquisição de poços em países africanos faz sentido no portfólio da companhia. A intenção da Petrobras acontece em um momento em que a empresa busca novas fronteiras de exploração e produção de petróleo, pensando em reverter o declínio das reservas atuais, previsto para a década de 2030.</p>
<h2>Volta ao continente africano</h2>
<p>A Petrobras voltou a manter operações no continente africano no ano passado. Em 8 de fevereiro, a companhia concluiu a aquisição de participações em três blocos exploratórios em São Tomé e Príncipe, na costa ocidental da África. Em dois blocos a participação é de 45%; e no terceiro, 25%.</p>
<p>Em outubro de 2024, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a atuação da companhia na África do Sul, viabilizando a aquisição de participação no bloco Deep Western Orange Basin (DWOB), por meio de processo competitivo conduzido pela TotalEnergies.</p>
<p>De acordo com o Plano de Negócios 2025-2029 da estatal, a participação de 10% no bloco sul-africano depende de aprovação governamental local.</p>
<h2>Novas fronteiras</h2>
<p>Aqui no Brasil, a principal frente de interesse exploratório é a Margem Equatorial, região no litoral norte do país tida como de grande potencial, uma espécie de “novo pré-sal”.</p>
<p>A exploração depende, no entanto, de autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.</p>
<p>Ativistas apontam preocupações com o meio ambiente e aumento do uso de combustível fóssil, um dos causadores do aquecimento global. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pressionou, na última quarta-feira (12), que o Ibama autorize a exploração.</p>
<p>Há também grande interesse da petroleira na Bacia de Pelotas, no litoral sul do Brasil. A Petrobras é dona de 29 poços de exploração na região.</p>
<p>Um fator que explica o interesse na Bacia de Pelotas são descobertas de petróleo no Uruguai e na África &#8211; Namíbia e África do Sul. As duas costas geográficas possuem características físicas que se assemelham.</p>
<h2>América do Sul e EUA</h2>
<p>Além de posições na África, a Petrobras tem operações na América do Sul e nos Estados Unidos.</p>
<p>Na Colômbia, a estatal anunciou em dezembro de 2024 a descoberta da maior reserva de gás da história do país. O poço gigante Sirius-2, explorado em consórcio com a Ecopetrol, estatal de petróleo colombiana, tem capacidade equivalente à quase metade da produção diária de gás da Petrobras no Brasil.</p>
<p>A descoberta pode aumentar em 200% as reservas atuais da Colômbia. No entanto, a empresa brasileira explicou que, em um primeiro momento, a produção será destinada a abastecer a demanda do mercado interno colombiano.</p>
<p>Dois outros poços na região &#8211; Buena Suerte e Papayuela &#8211; estão na linha de exploração do consórcio, o que abre expectativa para que haja excedente de produção, e o Brasil possa importar gás da Colômbia.</p>
<p>Na Argentina, por meio da subsidiária Petrobras Operaciones S.A., a companhia detém uma participação de 33,6% no ativo de produção Rio Neuquén.</p>
<p>Na Bolívia, produz gás principalmente nos campos de San Alberto e San Antonio, com 35% de participação em cada um desses contratos de operação de serviços, que são operados principalmente para fornecer gás ao Brasil e à Bolívia.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a atuação se dá em campos em águas profundas no Golfo do México, com participação de 20% da Petrobras America Inc., formando com a Murphy Exploration &amp; Production Company a joint venture MPGoM.</p>
<h2>Produção e reservas</h2>
<p>A produção total de óleo e gás natural da Petrobras alcançou 2,7 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2024. Mais de 80% no pré-sal (costa do Sudeste).</p>
<p>No fim de janeiro, a companhia informou que as estimativas de reservas provadas de óleo, condensado e gás natural apontam 11,4 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) ao fim de 2024. Deste total, 85% são de óleo e condensado e 15% de gás natural. </p>
<p>Desse montante, 1,3 bilhão de barris foram incorporados em 2024.</p>
<p>“Considerando a produção esperada para os próximos anos, é essencial seguir investindo na maximização do fator de recuperação, na exploração de novas fronteiras e na diversificação do portfólio exploratório para repor as reservas de petróleo e gás”, afirmou a estatal ao divulgar o total de reservas provadas.</p>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/petrobras-mira-em-paises-africanos-para-recompor-reservas-de-petroleo</p>
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