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	<title>ademar cardoso - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Justiça condena mãe e irmão de Djidja por tráfico de cetamina</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:53:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Justiça do Amazonas condenou Cleusimar Cardoso Rodrigues e Ademar Farias Cardoso Neto, mãe e irmão da ex-sinhazinha do Boi Garantido, Djidja Cardoso. Eles são culpados de comandar um esquema de tráfico de cetamina em Manaus. A publicação da nova sentença saiu nessa quarta-feira (22), por meio da 3ª Vara Especializada em Crimes de Uso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça do Amazonas condenou Cleusimar Cardoso Rodrigues e Ademar Farias Cardoso Neto, mãe e irmão da ex-sinhazinha do Boi Garantido, Djidja Cardoso. Eles são culpados de comandar um esquema de tráfico de cetamina em Manaus. A publicação da nova sentença saiu nessa quarta-feira (22), por meio da 3ª Vara Especializada em Crimes de Uso e Tráfico de Entorpecentes (Vecute). Portanto, a determinação substitui a decisão anterior, anulada por falhas processuais.</p>
<p>Conforme a decisão, Cleusimar e Ademar receberam penas de 10 anos e 11 meses de prisão, em regime fechado. Na ocasião, eles participaram de uma organização criminosa voltada ao fornecimento e à distribuição da substância.</p>
<p>Segundo a sentença, o grupo utilizava um salão de beleza e a seita religiosa “Pai, Mãe, Vida” para facilitar a distribuição e o consumo de cetamina, medicamento de uso veterinário que pode provocar efeitos alucinógenos quando utilizado de forma irregular.</p>
<p>A magistrada apontou Cleusimar como líder da organização criminosa, enquanto Ademar atuava como principal executor das atividades do grupo.</p>
<h4>Outros condenados</h4>
<p>José Máximo Silva de Oliveira, médico veterinário, a 10 anos e 4 meses de prisão, em regime fechado;<br />
Hatus Moraes Silveira, personal trainer, a 10 anos e 5 meses, em regime fechado;<br />
Verônica da Costa Seixas, gerente, a 10 anos de prisão, em regime fechado;<br />
Sávio Soares Pereira, funcionário de clínica veterinária, a 9 anos de prisão, em regime semiaberto;<br />
Bruno Roberto da Silva Lima, ex-companheiro de Djidja Cardoso, a 8 anos e 6 meses de prisão, em regime fechado.</p>
<p>Na decisão, a juíza concluiu que, após a regularização das provas periciais, ficaram comprovadas a materialidade dos crimes e a participação dos acusados no esquema.</p>
<p>Além das condenações, a Justiça manteve a prisão preventiva de Cleusimar Cardoso, Ademar Cardoso, José Máximo e Hatus Moraes. Sendo assim, eles permanecerão presos e não poderão recorrer em liberdade.</p>
<p>Já Verônica da Costa Seixas, Sávio Soares Pereira e Bruno Roberto da Silva Lima poderão recorrer em liberdade, desde que cumpram medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica.</p>
<p>Djidja Cardoso morreu em maio de 2024. O caso ganhou grande repercussão e deu origem às investigações que culminaram na condenação dos envolvidos.</p>
<p> </p>
<p> </p>
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		<title>Caso Djidja: TJAM mantém prisão de familiares de ex-sinhazinha do Boi Garantido</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 21:19:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A desembargadora Luiza Cristina Marques, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), negou o pedido de revogação da prisão de Cleusimar Cardoso e Ademar Cardoso, familiares da ex-sinhazinha do Boi Garantido, Djidja Cardoso, morta em maio de 2024. Com isso, a prisão preventiva segue válida enquanto o processo tramita na Justiça. A defesa alegou constrangimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A desembargadora Luiza Cristina Marques, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), negou o pedido de revogação da prisão de Cleusimar Cardoso e Ademar Cardoso, familiares da ex-sinhazinha do Boi Garantido, Djidja Cardoso, morta em maio de 2024.</p>
<p>Com isso, a prisão preventiva segue válida enquanto o processo tramita na Justiça.</p>
<p>A defesa alegou constrangimento ilegal, afirmando que os familiares estão detidos há mais de 600 dias sem condenação definitiva. Entretanto, a magistrada afirmou que não há elementos suficientes para uma medida urgente. Ela ressaltou que o caso precisa ser analisado detalhadamente pelo colegiado da Corte.</p>
<p>“Não há como ser deferida a medida de urgência, devendo o exame mais aprofundado da matéria ser reservado ao julgamento definitivo pelo órgão colegiado”, pontuou a desembargadora.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Relembre o caso</h2>
<p>Cleusimar e Ademar foram presos em 28 de maio de 2024, no mesmo dia em que Djidja Cardoso foi encontrada morta em sua residência, no bairro Cidade Nova, zona norte de Manaus.</p>
<p>A investigação identificou a atuação de um grupo ligado à seita “Pai, Mãe, Vida”, que utilizava cetamina, substância de uso veterinário, adquirida clandestinamente para induzir estados de transe em participantes.</p>
<p>O caso teve novos desdobramentos em 2024 e 2025, incluindo a prisão de outros envolvidos. Uma condenação inicial foi anulada pelo TJAM por cerceamento de defesa. O colegiado entendeu que os advogados não tiveram acesso prévio ao laudo toxicológico definitivo, comprometendo o direito à ampla defesa e determinando a reavaliação do processo.</p>
<p>Leia mais:</p>
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