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	<title>acusação - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Para Gonet, acusação provou tentativa de golpe liderada por Bolsonaro</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 17:31:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou nesta terça-feira (2) estar provado por testemunhos, registros e documentos que o ex-presidente Jair Bolsonaro liderou uma tentativa de golpe de Estado para se manter no poder após derrota eleitoral em 2022.  “Não há como negar fatos praticados publicamente, planos apreendidos, diálogos documentados e bens públicos deteriorados”, observou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou nesta terça-feira (2) estar provado por testemunhos, registros e documentos que o ex-presidente Jair Bolsonaro liderou uma tentativa de golpe de Estado para se manter no poder após derrota eleitoral em 2022. </strong><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Para-Gonet-acusacao-provou-tentativa-de-golpe-liderada-por-Bolsonaro.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/09/Para-Gonet-acusacao-provou-tentativa-de-golpe-liderada-por-Bolsonaro.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Não há como negar fatos praticados publicamente, planos apreendidos, diálogos documentados e bens públicos deteriorados”, observou Gonet.</p>
<blockquote>
<p>“Se as defesas tentaram minimizar a contribuição individual de cada acusado e buscar interpretações distintas dos fatos, estes mesmos fatos, contudo, não tiveram como ser negados”, reforçou. </p>
</blockquote>
<p>O procurador apontou, por exemplo, para a minuta de decreto golpista que foi apreendida na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, um dos réus na ação penal.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Jj4wqVF_nAM" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Clique aqui e acompanhe ao vivo o julgamento</a></p>
<p>Ele também citou os depoimentos dos ex-comandantes do Exército, general Marco Antônio Freire Gomes, e da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista Júnior, que confirmaram terem sido apresentados a decretos de teor golpista em reunião com Bolsonaro. </p>
<blockquote>
<p>“A denúncia não se baseou em conjecturas ou suposições frágeis. Os próprios integrantes da organização criminosa fizeram questão de documentar quase todas as fases da empreitada”, insistiu Gonet. </p>
</blockquote>
<p>Ele citou ainda o que seriam planos para a execução do golpe, todos apreendidos na fase de inquérito da Polícia Federal (PF) em buscas realizadas em endereços ligados aos réus. Tais planejamentos foram encontrados e continham nomes como <em>Operação 142</em> e <em>Punhal Verde e Amarelo</em>, destacou Gonet. </p>
<p>O PGR frisou que tais planos incluíram ainda a operação denominada <em>Copa 2022</em>, que teria o objetivo de “eliminar” o ministro do Supremo Alexandre de Moraes, o então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva e seu vice, Geraldo Alckmin.</p>
<p>“Essa etapa do golpe foi minuciosamente planejada, com descrição escrita de estágios e finalidades”, apontou Gonet. </p>
<p>“Ao fim do processo, resta certo que houve um combinado de atos orientados a consumar um golpe de Estado que desnaturaria o Estado democrático de Direito em um dos seus elementos basilares – o respeito à escolha livre dos cidadãos do chefe do Executivo”, insistiu o PGR. </p>
<p>No início de sua sustentação oral, Gonet fez também um discurso enfático contra a impunidade, afirmando ser “imperativo” para a manutenção do regime democrático que Bolsonaro e seus aliados sejam condenados pela tentativa de golpe. </p>
<h2>Bolsonaro</h2>
<p>Especificamente a respeito de Bolsonaro, o procurador-geral da República buscou demonstrar como reuniões, ameaças e falas do ex-presidente teriam sido calculadas e coordenadas para “insuflar a militância”. </p>
<p><strong>Gonet citou reunião ministerial realizada em 5 de julho de 2021, na qual Bolsonaro aparece em vídeo conclamando seus auxiliares a atacar e espalhar desinformação sobre o sistema eletrônico de votação.</strong> Outro episódio mencionado pelo PGR foram discursos do ex-presidente em eventos como a comemorações do 7 de setembro de 2021.</p>
<p>Na ocasião, lembrou o PGR, Bolsonaro ameaçou ministros do Supremo e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dizendo em discurso a apoiadores na Avenida Paulista, em São Paulo, que “só saio preso, morto ou com vitória”. </p>
<blockquote>
<p>“As palavras proferidas no dia da celebração nacional da Independência não podem ser confundidas com um arroubo isolado, mas expunham o projeto autoritário”, disse Gonet. </p>
</blockquote>
<p>Ele acrescentou que “a escalada da agressividade discursiva não era episódica nem improvisada. Integrava a execução de propósito orientado à corrosão progressiva da confiança pública nos procedimentos democráticos”</p>
<p>Sempre referindo-se ao que seriam as provas do golpe, Gonet disse que “foram apreendidos manuscritos e arquivos eletrônicos reveladores do plano de desacreditar reiteradamente o processo eletrônico de votação”.</p>
<p>Ele indicou anotações em uma agenda do ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno. </p>
<blockquote>
<p>“A finalidade era inequívoca: fomentar desconfiança generalizada no processo eleitoral, incitar a militância contra os Poderes constituídos e dispor a população para rechaçar a derrota nas urnas”, disse Gonet. </p>
</blockquote>
<p>“Procurava-se revestir de legitimidade uma trama de ruptura. As constantes manifestações do Presidente nessa diretriz se inseriam na estratégia de disseminação sistemática de inverdades e mobilização ideológica, disposta para a fidelização de sua base de aliados e para o desgaste dos alicerces democráticos”, registrou o procurador.</p>
<h2>Julgamento</h2>
<p>O julgamento de Bolsonaro e mais sete ex-auxiliares por uma tentativa de golpe de Estado e mais quatro crimes começou nesta terça, com a leitura de um resumo do caso pelo relator, ministro Alexandre de Morares e a sustentação oral de Gonet. Após um intervalo para o almoço, será a vez das defesas dos oito réus sustentarem suas versões. </p>
<p>Os réus foram acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) dos seguintes crimes: </p>
<ul>
<li>liderar ou integrar organização criminosa armada; </li>
<li>atentar violentamente contra o Estado Democrático de Direito, </li>
<li>tentar um golpe de Estado, </li>
<li>praticar dano qualificado por violência e grave ameaça; </li>
<li>deteriorar patrimônio público tombado.</li>
</ul>
<p>A exceção é o caso do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, que, por cumprir mandato de deputado federal, foi beneficiado com a suspensão de parte das acusações e responde somente aos três primeiros crimes citados acima. A regra está prevista na Constituição.</p>
<p><strong>Em caso de condenação, as penas podem ultrapassar os 40 anos de prisão, a depender do papel desempenhado pelo condenado no complô golpista</strong>. </p>
<p>A análise do caso ocorre na sala de audiências da Primeira Turma do Supremo, em Brasília, e é transmitida ao vivo pela TV e Rádio Justiça e também pelo canal oficial do STF no YouTube.</p>
<p>A previsão é de que o julgamento dure até 12 de setembro, sendo realizado em oito sessões.  </p>
<p>Os réus do chamado núcleo crucial da trama golpista, apontados como principais autores intelectuais e beneficiários do golpe, são: </p>
<ul>
<li>Jair Bolsonaro – ex-presidente da República;</li>
<li>Alexandre Ramagem – ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin);</li>
<li>Almir Garnier – ex-comandante da Marinha;</li>
<li>Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de segurança do Distrito Federal;</li>
<li>Augusto Heleno – ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);</li>
<li>Paulo Sérgio Nogueira – ex-ministro da Defesa;</li>
<li>Walter Braga Netto – ex-ministro de Bolsonaro e candidato à vice na chapa de 2022;</li>
<li>Mauro Cid – ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.</li>
</ul>
<p> </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/para-gonet-acusacao-provou-tentativa-de-golpe-liderada-por-bolsonaro</p>
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		<item>
		<title>Barroso rebate acusação sobre “ditadura do Judiciário” no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 21:06:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, rebateu nesta segunda-feira (18) acusações de que há no país uma “ditadura do Judiciário”. Sem citar críticas de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, Barroso disse que considera “imprópria e injusta” a acusação. O ministro participou de um evento em Cuiabá. &#8220;Só afirma isso quem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, rebateu nesta segunda-feira (18) acusações de que há no país uma “ditadura do Judiciário”.<img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Barroso-rebate-acusacao-sobre-ditadura-do-Judiciario-no-Brasil.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/08/Barroso-rebate-acusacao-sobre-ditadura-do-Judiciario-no-Brasil.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><strong>Sem citar críticas de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, Barroso disse que considera “imprópria e injusta” a acusação.</strong> O ministro participou de um evento em Cuiabá.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Só afirma isso quem nunca viveu uma ditadura. Ditaduras são regimes políticos com falta de liberdade, em que há censura, pessoas que são aposentadas compulsoriamente. Nada isso acontece no Brasil&#8221;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Barroso também descartou rumores de que deixará o Supremo após sair da presidência da Corte. </strong>&#8220;Não estou me aposentando, estou feliz da vida&#8221;, completou.</p>
<p>No dia 29 de setembro, Barroso deixará o cargo após completar mandato de dois anos. Ele será sucedido por Edson Fachin. O vice-presidente será o ministro Alexandre de Moraes.</p>
<h2>Ataques ao judiciário</h2>
<p>A Justiça Brasileira tem sido alvo de ataques de autoridades dos Estados Unidos, que acusam o Supremo Tribunal Federal de violar a liberdade de expressão em decisões contra empresas de tecnologia americanas e de perseguir o ex-presidente Jair Bolsonaro no julgamento da trama de golpe de Estado que culminou no 8 de janeiro de 2025, quando apoiadores de Bolsonaro atacaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília.</p>
<p>&gt;&gt; Entenda como será o rito do julgamento de Bolsonaro e aliados no STF</p>
<p>No fim de julho, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) dos Estados Unidos (EUA) aplicou sanções financeiras contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes com base em uma lei local, a Lei Magnitsky, criada para punir supostos violadores de direitos humanos no exterior. O órgão do Departamento de Tesouro do país norte-americano acusa Moraes de violar a liberdade de expressão e autorizar “prisões arbitrárias”.</p>
<p>As tentativas de interferências na Justiça Brasileira tiveram início depois que o deputado federal Eduardo Boilsonaro se licenciou do cargo na Câmara e foi aos Estados Unidos, passando a defender sanções contra ministros do STF e ações contra o Brasil. Diante disso, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a abertura de nova investigação para apurar tentativa de obstrução do processo penal contra Eduardo e o pai, Jair.</p>
<p>Os americanos também citaram esses argumentos para justificar as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre importações vindas do Brasil. Apesar de prever mais de 700 exceções, as tarifas afetam setores importantes da economia brasileira, como o agronegócio.</p>
<p>&gt;&gt; Saiba quais são as medidas do Plano Brasil Soberano</p>
<h2>Motim no Congresso</h2>
<p>Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro protagonizaram recentemente um motim no Congresso Nacional contra a decisão em que Moraes determinou a prisão domiciliar de Bolsonaro, pelo descumprimento reiterado de medidas cautelares.</p>
<p>Deputados e senadores ocuparam as mesas diretoras das duas Casas para obstruir as votações, até que fosse votado um projeto que prevê anistia aos condenados e acusados pelos ataques do 8 de janeiro, além de um pedido de impeachment de Moraes e mudanças no foro de senadores e deputados para que eles não fossem mais julgados pela suprema corte. </p>
<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), enviou à Corregedoria da Casa pedidos de afastamento, por até seis meses, de 14 deputados da oposição que participaram do motim.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-08/barroso-rebate-acusacao-sobre-ditadura-do-judiciario-no-brasil</p>
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		<item>
		<title>Cármen Lúcia dá 15 dias para Silvio Almeida explicar acusação a Me Too</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/carmen-lucia-da-15-dias-para-silvio-almeida-explicar-acusacao-a-me-too/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 15:45:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu prazo de 15 dias para que o ex-ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, responda a uma queixa-crime apresentada pela organização Me Too Brasil, que o acusou de difamação. O caso está relacionado às acusações de assédio e importunação sexual feitas por diversas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu prazo de 15 dias para que o ex-ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, responda a uma queixa-crime apresentada pela organização Me Too Brasil, que o acusou de difamação.</strong><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Carmen-Lucia-da-15-dias-para-Silvio-Almeida-explicar-acusacao.png" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/><img decoding="async" src="https://portalpeloamordedeus.com/wp-content/uploads/2025/03/Carmen-Lucia-da-15-dias-para-Silvio-Almeida-explicar-acusacao.gif" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O caso está relacionado às acusações de assédio e importunação sexual feitas por diversas mulheres contra Almeida, inclusive pela ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. Os supostos abusos foram revelados pelo portal <em>Metrópoles</em> em setembro do ano passado.</p>
<p>Na ocasião, a Me Too Brasil confirmou que presta auxílio psicológico e jurídico a mulheres que relataram serem vítimas do advogado e professor, que acabou demitido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p><strong>&gt;&gt; “Alguém que pratica assédio não vai ficar no governo”, diz Lula</strong></p>
<p><strong>No mesmo dia em que o escândalo veio à tona, quando Almeida ainda comandava a pasta, o Ministério dos Direitos Humanos (MDH) publicou nota oficial, sem assinatura, em que acusava a Me Too Brasil e sua advogada e diretora-presidente, Marina Ganzarolli, de tentarem interferir em licitações do Disque 100, canal do governo para denúncias de violações aos direitos humanos.</strong></p>
<p>O texto, retirado do ar após a demissão de Almeida, dizia, por exemplo, que “foram feitas tentativas por parte da organização em dar contornos ao caráter licitatório do Disque 100, na intenção de atender seus interesses nas negociações”. Em outro trecho, relata o que teria sido uma “tentativa indevida de interferência no desenho da licitação” pela Me Too Brasil. </p>
<p><strong>Foi em decorrência dessa nota que a Me Too Brasil e Ganzarolli apresentaram, em fevereiro, duas queixas-crime ao Supremo, acusando o ex-ministro de difamação por ter imputado falsamente a elas a prática de crimes como fraude em licitação, sem apresentar provas. </strong></p>
<blockquote>
<p>Em despacho assinado em 26 de março e divulgado no domingo (30), Cármen Lúcia determinou que Almeida seja notificado pessoalmente para responder à queixa-crime por difamação, caso queira, no prazo legal de 15 dias. Após isso, o processo será encaminhado para parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR).</p>
</blockquote>
<p>Almeida responde hoje a um inquérito no Supremo, prorrogado no mês passado, em que a Polícia Federal (PF) apura as acusações de abuso moral e sexual contra ele. Desde que o escândalo veio à tona, o jurista nega todas as acusações e se diz perseguido politicamente.</p>
<p><strong>No mesmo dia em que os casos de assédio foram revelados pelo portal <em>Metrópoles</em>, Almeida publicou vídeo e nota rebatendo as acusações “com veemência”</strong>.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Com Informações da Agência Brasil<br />
https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-03/carmen-lucia-da-15-dias-para-silvio-almeida-explicar-acusacao-me-too</p>
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