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	<title>16 Anos - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Instagram fica mais rígido para menores de 16 anos; confira o que muda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Aug 2022 00:10:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[16 Anos]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil – O Instagram está endurecendo políticas para usuários da rede social menores de 16 anos. A empresa anunciou nesta quinta-feira (25) que passará a exibir menos conteúdos sensíveis para pessoas dentro desta faixa etária. A medida do Instagram tem relação com um compromisso da rede em dar mais controle às pessoas e ser menos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil – O Instagram está endurecendo políticas para usuários da rede social menores de 16 anos. A empresa anunciou nesta quinta-feira (25) que passará a exibir menos conteúdos sensíveis para pessoas dentro desta faixa etária.</p>
<p>A medida do Instagram tem relação com um compromisso da rede em dar mais controle às pessoas e ser menos tóxico para adolescentes. No ano passado, o Instagram passou a dificultar o contato entre adultos e jovens, por exemplo.</p>
<p>Vale lembrar que o Instagram foi alvo de várias críticas durante a divulgação dos Facebook Papers, conjunto de relatórios internos da companhia que foram vazados. Neles, a empresa citava, por exemplo, pesquisas internas que apontavam que o Instagram era tóxico para jovens, especialmente meninas.</p>
<h4>O que muda para menores de 16 anos</h4>
<p>Na prática, a principal mudança para novos usuários abaixo de 16 anos é que elas terão por padrão ativado um filtro de conteúdo sensível. Então, imagens e fotos relacionadas vão aparecer menos para este público na aba Pesquisar, Explorar, Hashtags, Páginas, Reels, Recomendações do feed e contas sugeridas.</p>
<p>Com isso, será mais difícil para os adolescentes encontrar conteúdo sensível ou contas potencialmente prejudiciais ou confidenciais em Pesquisar, Explorar, Hashtags, Páginas, Reels, Recomendações do feed e Contas sugeridas.</p>
<p>Por conteúdo sensível, o Instagram se refere a imagens sexualizadas, violentas ou que tenham apologia à utilização de drogas – além de entorpecentes, tabaco e álcool também entram no rol de assuntos, pois são considerados ilícitos no Brasil para menores de 18 anos.</p>
<p>Para quem já tem conta na rede e é menor de 16 anos, o Instagram informa que enviará notificações para este público, encorajando-os a ativar o filtro para ver menos conteúdo sensível.</p>
<p>De forma resumida, adolescentes terão duas opções: padrão ou menos conteúdo sensível.</p>
<p>Já pessoas com mais de 16 anos terão as opções: menos conteúdo sensível, padrão e mais conteúdo sensível.</p>
<p>Como escolher “filtro” de conteúdo sensível no Instagram</p>
<p>Acesse seu perfil;</p>
<p>Toque no menu Configurações no canto superior direito;</p>
<p>Toque em Conta;</p>
<p>Toque em Controle de conteúdo sensível. Lá, você pode manter a configuração padrão (“Padrão”) ou escolher ver mais (“Mais”) ou menos tipos de conteúdo sensível (“Menos”)</p>
<p>*com informações UOL Tilt</p>
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		<title>Lei Maria da Penha completou 16 anos neste domingo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redator]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 00:51:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[16 Anos]]></category>
		<category><![CDATA[Completou]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; A Lei nº 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha que criou mecanismos para enfrentar e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher completa hoje (7) 16 anos. Para lembrar a data, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou a campanha Agosto Lilás. O objetivo é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil &#8211; A Lei nº 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha que criou mecanismos para enfrentar e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher completa hoje (7) 16 anos. Para lembrar a data, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou a campanha Agosto Lilás. O objetivo é promover ações de conscientização para o fim da violência contra a mulher, além de divulgar o canal de denúncias Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher).</p>
<p>“A cada minuto, oito mulheres sofrem violência no Brasil. Não se omita. Denuncie”. Esse é o tema da campanha Agosto Lilás, de alcance nacional.</p>
<p><strong>Veiculação</strong></p>
<p>De alcance nacional, a campanha será veiculada nos meios digitais e na TV aberta. Em Tocantins, Piauí, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Acre, estados com maiores taxas de feminicídios, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, as ações também serão divulgadas em rádios, ônibus e outdoor social. Em três grandes metrópoles – São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília – os conteúdos abrangerão ainda relógios digitais sincronizados com o mobile, outdoor social, elevadores de edifícios residenciais e mídias externas voltadas a passageiros de metrôs e trens, além de mobiliários urbanos.</p>
<p>A ministra Cristiane Britto chamou a atenção que todas as formas de violências devem ser denunciadas, sejam físicas, psicológicas, morais, patrimoniais, sexuais ou políticas. “A campanha enfatiza que enquanto você está no elevador, oito mulheres são agredidas no Brasil. Toda a população deve ficar atenta aos sinais, escutar, acolher, denunciar. O ministério disponibiliza o canal gratuito Ligue 180, que pode ser acionado por qualquer pessoa para salvar uma mulher”, advertiu a ministra.</p>
<p>O Ligue 180 recebe denúncias de violências, inclusive de cunho político contra a mulher, além de compartilhar informações sobre a rede de atendimento e acolhimento à mulher e orientar sobre direitos e legislação vigente. O canal pode ser acionado por meio de ligação gratuita, ‘site’ da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH), aplicativo Direitos Humanos, Telegram (digitar na busca “Direitoshumanosbrasil”) e WhatsApp (61-99656-5008). O atendimento está disponível 24h por dia, inclusive nos sábados, domingos e feriados.</p>
<p><strong>Lei Maria da Penha</strong></p>
<p>Sobre a Lei Maria da Penha, que está completando 16 anos neste domingo (7), a ministra Cristiane Britto destacou a importância da lei para a proteção integral da mulher. “A Lei Maria da Penha é um grande marco no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres no país. Ela é considerada uma das leis mais avançadas do mundo nessa temática, além de ser uma das mais conhecidas entre os brasileiros, sendo a base para o desenvolvimento de políticas públicas”, disse a ministra.</p>
<p>De acordo com o ministério, violência doméstica e familiar é aquela que mata, agride ou lesa física, psicológica, sexual, moral ou financeiramente a mulher. É cometida por qualquer pessoa, inclusive mulher, que tenha uma relação familiar ou afetiva com a vítima, ou seja, more na mesma casa (pai, mãe, tia, filho, marido) ou tenha algum outro tipo de relacionamento. Nem sempre é o marido ou companheiro, observou, contudo, o MMFDH .</p>
<p><strong>Formulário</strong></p>
<p>Ao longo desses 16 anos, a Lei Maria da Penha passou por alterações que serviram para seu fortalecimento. Uma delas foi a Lei nº 14.149/21, que instituiu o Formulário Nacional de Avaliação de Risco. Segundo a Secretária Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM/MMFDH), Ana Muñoz Reis, a ferramenta é essencial para prevenir feminicídios e orientar a atuação da órgãos de segurança pública. O formulário, informou, engloba 27 questões que mapeiam a situação da mulher em situação de violência, do agressor e o histórico de violência na relação entre os dois. “O objetivo da aplicação do formulário é unificar a avaliação de casos com potencial risco de violência nas relações domésticas”, explicou a secretária.</p>
<p>O formulário deve ser aplicado, preferencialmente, pela Polícia Civil no momento de registro da ocorrência ou, em sua impossibilidade, pelo Ministério Público ou pelo Poder Judiciário, por ocasião do primeiro atendimento à mulher vítima de violência doméstica e familiar. Nesse questionário, o risco é classificado como baixo, médio e elevado, a partir da avaliação das condições das vítimas. O formulário indica também o risco de nova agressão ou de feminicídio, além de ajudar na elaboração de um plano de segurança e de apoio.</p>
<p><strong>Tipos de violência</strong></p>
<p>O MMFDH esclareceu sobre os tipos de violências praticadas contra a mulher: a violência física, por exemplo, é qualquer ação que ofenda a integridade ou a saúde do corpo, como bater ou espancar; empurrar, atirar objetos na direção da mulher; sacudir, chutar, apertar; queimar, cortar, ferir. Já as violações sexuais consistem em qualquer ação que force a mulher a fazer, manter ou presenciar ato sexual sem que ela queira, por meio de força, ameaça ou constrangimento físico ou moral. Entre os exemplos estão obrigar a fazer sexo com outras pessoas; forçar a ver imagens pornográficas; induzir ou obrigar o aborto, o matrimônio ou a prostituição.</p>
<p>Já a violência psicológica, conforme informa a Lei nº 13.772/18, é “qualquer conduta que cause dano emocional e diminuição da autoestima, prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise a degradar ou a controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, violação de sua intimidade, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir, ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação”.</p>
<p>As violações psicológicas também incluem xingar; humilhar; ameaçar e amedrontar; tirar liberdade de escolha ou ação; controlar o que faz; vigiar e inspecionar celular e computador da mulher ou seus e-mails e redes sociais; isolar de amigos e de familiares; impedir que trabalhe, estude ou saia de casa; fazer com que acredite que está louca.</p>
<p>No âmbito patrimonial, a violência consiste em qualquer ação que envolva retirar o dinheiro conquistado pela mulher com seu próprio trabalho, assim como destruir qualquer patrimônio, bem pessoal ou instrumento profissional. Entre as ações, estão incluidos destruir material profissional para impedir que a mulher trabalhe; controlar o dinheiro gasto, obrigando-a a fazer prestação de contas, mesmo quando ela trabalhe fora; queimar, rasgar fotos ou documentos pessoais.</p>
<p>Caracteriza a violência moral qualquer ação que desonre a mulher diante da sociedade com mentiras ou ofensas. É também acusá-la publicamente de ter praticado crime. Os exemplos incluem xingar diante dos amigos; acusar de algo que não fez; falar coisas que não são verdadeiras sobre ela para os outros.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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