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	<title>Política - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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	<title>Política - Portal Pelo Amor de Deus</title>
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		<title>Financiamentos a desabrigados em Minas seguirão modelo do RS, diz Lula</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 21:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Os financiamentos de moradias a famílias que perderam a casa nas fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata de Minas Gerais seguirão o modelo adotado nas enchentes do Rio Grande do Sul há dois anos, disse neste sábado (28) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em declaração conjunta à imprensa após a reunião [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os financiamentos de moradias a famílias que perderam a casa nas fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata de Minas Gerais seguirão o modelo adotado nas enchentes do Rio Grande do Sul há dois anos, disse neste sábado (28) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em declaração conjunta à imprensa após a reunião com os prefeitos de Juiz de Fora, Ubá e Matias Pereira, Lula afirmou que a União dará apoio integral às cidades atingidas.</p>
<p>As medidas incluem assistência às prefeituras e linhas de crédito para pequenos empresários prejudicados pelos temporais.</p>
<p>“Aprendemos com a tragédia no Rio Grande do Sul. Vamos ajudar os prefeitos a recuperar suas cidades, vamos ajudar os pequenos empresários a ter crédito para recuperar suas empresas e vamos dar casa para as pessoas que perderam suas casas”, declarou Lula.</p>
<p> </p>
<p><h6 class="meta">Áreas afetadas pelas chuvas no município de Juiz de Fora &#8211; Foto: Ricardo Stuckert/PR</h6>
</p>
<p>Assim como nas enchentes do Rio Grande do Sul, as novas residências, explicou o presidente, não serão reconstruídas em locais considerados de risco. Caso o município não disponha de terrenos adequados, o governo poderá adotar o modelo de “compra assistida”, já utilizado em outras tragédias climáticas no país.</p>
<p>O presidente ressaltou que a prioridade é garantir moradia digna e segura às famílias atingidas, evitando a reconstrução em encostas ou áreas sujeitas a alagamentos.</p>
<h2>Sobrevoo e visita a desabrigados</h2>
<p>O presidente desembarcou pela manhã na região e sobrevoou cidades atingidas. Em Juiz de Fora, município mais afetado, visitou áreas devastadas e conversou com moradores que estão em abrigos improvisados. A cidade concentra o maior número de vítimas e registra milhares de desalojados.</p>
<p>Além de Juiz de Fora, municípios como Ubá, Matias Barbosa, Divinésia e Senador Firmino também sofreram impactos severos, com deslizamentos de terra, alagamentos e danos a prédios públicos.</p>
<p> </p>
<p><h6 class="meta">Presidente Lula da Silva visita centro de acolhimento provisório de desabrigados em Juiz de Fora &#8211; Foto: Ricardo Stuckert/PR</h6>
</p>
<p>Em encontros com prefeitos da região, Lula pediu que as administrações municipais façam um levantamento detalhado dos prejuízos para viabilizar a liberação de recursos federais. “O que for material, seja na saúde, na educação ou na infraestrutura, nós vamos garantir que seja recuperado”, disse.</p>
<h2>Recursos e medidas emergenciais</h2>
<p>O governo federal já anunciou a liberação de recursos para ações emergenciais e assistência humanitária nas cidades em situação de calamidade pública. Os valores serão destinados ao restabelecimento de serviços essenciais, apoio a abrigos e reconstrução de estruturas públicas.</p>
<p>Também foi confirmada a antecipação do pagamento do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para famílias atingidas. Moradores dos municípios afetados poderão solicitar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), conforme as regras para desastres naturais.</p>
<p>Além disso, pequenos empresários terão acesso facilitado a crédito para retomar atividades e recompor estoques e equipamentos perdidos.</p>
<p> </p>
<p><h6 class="meta">Presidente Lula visita áreas afetadas pelas chuvas em Juiz de Fora, ao lado da prefeita Margarida Salomão &#8211; Foto: Ricardo Stuckert/PR</h6>
</p>
<h2>Compromisso com reconstrução</h2>
<p>Ao final da agenda, Lula reforçou que o apoio federal não dependerá de alinhamento político com prefeitos ou lideranças locais. “Não importa o partido do prefeito. Teve problema na cidade, tem projeto bem-feito e demanda verdadeira, nós vamos ajudar”, afirmou.</p>
<p>O presidente reconheceu que vidas perdidas não podem ser recuperadas, mas garantiu que o governo atuará para restabelecer as condições de moradia e infraestrutura.</p>
<p>“A vida a gente não consegue trazer de volta. Mas podemos garantir que as pessoas tenham perspectiva e dignidade para recomeçar”, concluiu.</p>
<p>Lula visitou as cidades afetadas pelas enchentes acompanhado dos ministros Jader Filho (Cidades); Alexandre Padilha (Saúde); Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional); Wellington Dias (Desenvolvimento, Assistência Social, Família e Combate à Fome); do presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Antônio Vieira; e do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Também participaram do pronunciamento a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão, e o prefeito de Ubá, José Damato.</p>
<p>“Me atrevo a falar em nome de todos os prefeitos da região. Nós vamos fazer o dever de casa, levantar detalhadamente as necessidades e vamos colocá-las para o governo federal. E tenho absoluta certeza de que ninguém vai ficar para trás. Ninguém vai ficar sem casa, ninguém vai ficar desassistido. A vida não conseguimos recuperar, mas a perspectiva de vida a todos podemos garantir”, declarou Margarida Salomão.</p>
<p>A pedido de Lula, o evento encerrou-se com um minuto de silêncio em memória dos mortos no desastre climático.</p>
<p>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><strong>Agência Brasil</strong></span> &#8211; https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/financiamentos-desabrigados-em-minas-seguirao-modelo-do-rs-diz-lula</p>
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		<title>Perdas materiais serão recuperadas, diz Lula em visita a Minas Gerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 16:56:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, neste sábado (28), que todos os prejuízos causados pelas chuvas nos municípios da Zona da Mata de Minas Gerais serão recuperados. Lula está na região e, à tarde, vai se reunir com os prefeitos Margarida Salomão, de Juiz de Fora; José Damato, de Ubá; e Maurício dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, neste sábado (28), que todos os prejuízos causados pelas chuvas nos municípios da Zona da Mata de Minas Gerais serão recuperados. Lula está na região e, à tarde, vai se reunir com os prefeitos Margarida Salomão, de Juiz de Fora; José Damato, de Ubá; e Maurício dos Reis, de Matias Barbosa.</p>
<p>As três cidades estão em situação de calamidade pública. Outros dois municípios – Divinésia e Senador Firmino – encontram-se em emergência.</p>
<p>“Os prefeitos têm que fazer um trabalho muito sério de levantamento de todos os prejuízos. A única coisa que, lamentavelmente, a gente não pode recuperar é a vida das pessoas que morreram”, disse durante visita a uma das áreas afetadas, em Ubá.</p>
<p>“Aquilo quer for material, que a cidade teve prejuízo, educação, saúde, as casas, nós vamos garantir que as pessoas vão ter de volta”, acrescentou o presidente.</p>
<p>Até o momento, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional aprovou recursos no valor de R$ 11,3 milhões para socorrer as três cidades mais afetadas. Esses recursos são voltados tanto para assistência humanitária como para restabelecimento dos serviços essenciais, por intermédio dos planos de trabalho apresentados pelas prefeituras.</p>
<p>Também em Ubá, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, afirmou que as equipes do governo, incluindo as do Sistema Único de Assistência Social (Suas), estão em toda a região, atuando também nos municípios menores para atender a população e auxiliar na elaboração dos planos.</p>
<p>“Não vai faltar apoio a qualquer município de Minas Gerais, é um tempo que não é curto, aqui tem uma fase, de apoio humanitário, de salvamento, de alimentação, de abrigo, mas agora nós já estamos trabalhando nos projetos também”, disse.</p>
<p>Dias confirmou que haverá a antecipação do pagamento de auxílios. como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e Bolsa Família. Os moradores das três cidades em calamidade pública – Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa – também podem solicitar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), limitado a R$ 6.220.</p>
<p>De Ubá a comitiva presidencial segue para Juiz de Fora, onde será realizada a reunião com os prefeitos.</p>
<p>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><strong>Agência Brasil</strong></span> &#8211; https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/perdas-materiais-serao-recuperadas-diz-lula-em-visita-minas-gerais</p>
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		<title>Exército indica primeira mulher ao quadro de generais</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/exercito-indica-primeira-mulher-ao-quadro-de-generais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 23:29:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A coronel-médica pernambucana Claudia Lima Gusmão Cacho deverá ser a primeira mulher a chegar ao generalato do Exército brasileiro a partir do próximo dia 31 de março. O nome dela foi indicado pela instituição para o posto de general-de-brigada e deverá ser confirmado pelo presidente Lula.  O Exército, que reconhece a indicação como um marco institucional, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A coronel-médica pernambucana Claudia Lima Gusmão Cacho deverá ser a primeira mulher a chegar ao generalato do Exército brasileiro a partir do próximo dia 31 de março. O nome dela foi indicado pela instituição para o posto de general-de-brigada e deverá ser confirmado pelo presidente Lula. </p>
<p>O Exército, que reconhece a indicação como um marco institucional, é a última das três forças armadas a promover uma mulher ao generalato. </p>
<p>Na Marinha, Dalva Maria Carvalho chegou a contra-almirante (duas estrelas) em 2012, enquanto que Carla Lyrio Martins, na Aeronáutica, foi promovida a brigadeiro em 2020 e a major-brigadeiro, em 2023. Foi a única mulher a chegar a três estrelas. Ambas são médicas.</p>
<p>O mais alto posto nas três forças é simbolizado por quatro estrelas. Nenhuma mulher foi até hoje promovida até esse nível.</p>
<h2>Trajetória</h2>
<p>Dois anos depois, ela ingressou em um concurso de carreira e entrou para a Escola de Saúde do Exército. </p>
<p>“Ao longo de quase três décadas de serviço, construiu uma sólida trajetória na área de saúde operacional e hospitalar”, disse o Exército em nota.</p>
<p>Entre os cargos, já dirigiu o Hospital de Guarnição de Natal (RN) e o Hospital Militar de Área de Campo Grande (MS). </p>
<p>Além da novidade no topo da carreira, o ano de 2026 tem presença da mulher também na base. Mais de mil mulheres vão entrar como soldados na próxima semana (dia 2 de março) depois que 33.720 mulheres se alistarem em todo o território nacional.</p>
<p>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><strong>Agência Brasil</strong></span> &#8211; https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/exercito-indica-primeira-mulher-ao-quadro-de-generais</p>
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		<title>Parlamentares pedem a Alcolumbre nulidade de votação em CPMI do INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 00:37:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Grupo de integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) encaminharam um requerimento ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para pedir a anulação da votação desta quinta-feira (26). Eles acusam o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), de fraude e pedem também análise do caso pela Comissão de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Grupo de integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) encaminharam um requerimento ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para pedir a anulação da votação desta quinta-feira (26). Eles acusam o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), de fraude e pedem também análise do caso pela Comissão de Ética do Senado. No total, 14 parlamentares assinam o documento. </p>
<p>O documento inclui fotos que foram apresentadas como supostas comprovações de irregularidades em uma sessão tumultuada que aprovou 87 requerimentos. Entre essas decisões, estão as quebras de sigilos bancários e fiscais do empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula.</p>
<p>Pelo documento enviado a Alcolumbre (foto), cinco senadores e nove deputados pedem, além da suspensão dos efeitos da votação, que o recurso seja apresentado ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado para apurar eventual quebra de decoro parlamentar por parte do presidente da comissão, o senador Carlos Viana.</p>
<p>Para os parlamentares, a votação foi “eivada de vício” e “compromete a legalidade do processo legislativo, vulnera o princípio democrático e projeta insegurança jurídica sobre todos os atos subsequentes”. Eles pediram que cada um dos 86 requerimentos fosse votado um a um.</p>
<h2>Contagem</h2>
<p>Na argumentação de parlamentares que assinam o documento, foram incluídas cinco imagens que comprovariam a presença dos seus votos contrários, o que alteraria o resultado da votação.</p>
<p>“Conforme demonstram os registros audiovisuais e as fotografias da sessão, os requerimentos foram, em realidade, rejeitados por 14 votos contrários, em contraste com sete votos favoráveis”.</p>
<p>Nessas imagens, há a identificação dos parlamentares sobre as imagens deles. Eles se encontram em pé. “Os senadores e deputados que votaram contra os requerimentos em globo levantaram-se de suas cadeiras e ergueram os braços, manifestando-se de forma inequívoca e visível”, diz o documento.</p>
<p>Segundo os 14 parlamentares, isso não ocorreu por mera controvérsia interpretativa. “A gravidade da fraude na contagem dos votos é agravada pela nítida parcialidade na condução dos trabalhos. O grupo de oposição, por intermédio da Presidência da CPMI, realizou uma seleção arbitrária de requerimentos para a pauta do dia”.</p>
<p>O documento foi assinado pelos senadores Randolfe Rodrigues (PT-AP), Soraya Thronicke (Podemos-MS), Jussara Lima (PSD-PI), Jaques Wagner (PT-BA) e Teresa Leitão (PT-PE), e dos deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Damião Feliciano (União-PB), Átila Lira (PP-PI), Cleber Verde (MDB-MA), Orlando Silva (PCdoB-SP), Romero Rodrigues (Podemos-PB), Alencar Santana (PT-SP), Neto Carletto (PP-BA) e Rogério Correia (PT-MG)</p>
<p>A veículos de imprensa, o senador Carlos Viana disse que espera que o presidente do Senado receba todas as versões do que ocorreu na votação.</p>
<p>“Tenho muita tranquilidade que o regimento da Casa foi cumprido e de que nós temos todas as condições para dar sequência aos requerimentos”.</p>
<p>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><strong>Agência Brasil</strong></span> &#8211; https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/parlamentares-pedem-alcolumbre-nulidade-de-votacao-em-cpmi-do-inss</p>
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		<title>Lula recebe líderes mórmons dos EUA no Palácio do Planalto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 00:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta quinta-feira (26), no Palácio do Planalto, líderes apostólicos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, fundada originalmente nos Estados Unidos (EUA), e cujos membros são conhecidos popularmente como mórmons. De acordo com Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), o grupo fez uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta quinta-feira (26), no Palácio do Planalto, líderes apostólicos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, fundada originalmente nos Estados Unidos (EUA), e cujos membros são conhecidos popularmente como mórmons. De acordo com Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), o grupo fez uma visita de cortesia ao presidente, e eles trataram do trabalho missionário da igreja no Brasil, incluindo ações de ajuda humanitária.</p>
<p>Os religiosos estavam representados pelo apóstolo Ulisses Soares, a principal autoridade mórmon no Brasil; pelo ex-governador do estado norte-americano de Utah, nos EUA, Michael Leavitt, presidente do Coro e Orquestra do Tabernáculo na Praça do Templo, parte da Igreja Mórmon; e pelo diretor da igreja em Salt Lake City e ex-senador dos EUA, Gordon Smith. Outros três representantes do grupo religioso também participaram da reunião.  </p>
<p>A Secom informou que, durante o encontro, os apóstolos explicaram a Lula, com mais detalhes, o funcionamento da igreja e o trabalho religioso desenvolvido. Citaram, por exemplo, o envolvimento de seus integrantes no apoio às famílias atingidas pelas enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul, em 2024, e se ofereceram para fazer um trabalho similar na ajuda aos atingidos pelas tempestades na Zona da Mata em Minas Gerais, que já resultaram em 59 mortes.</p>
<p>Ainda de acordo com a Secom, os líderes mórmons agradeceram ao presidente pelo trabalho em defesa da liberdade religiosa no Brasil e citaram a sanção, em 2003, durante o primeiro mandato de Lula, da Lei de Liberdade Religiosa, destacando o país como um dos que mais protegem o direito de culto no mundo.</p>
<p>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><strong>Agência Brasil</strong></span> &#8211; https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/lula-recebe-lideres-mormons-dos-eua-no-palacio-do-planalto</p>
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		<title>Minas Gerais: prioridade é resgate e auxílio a vítimas, diz ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 00:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, afirmou nesta quinta-feira (26) que a prioridade do trabalho das equipes da Defesa Civil continua no resgate das vítimas e no auxílio de pessoas desabrigadas e desalojadas das enchentes que atingiram a Zona da Mata mineira. Góes ressaltou que o governo também trabalha nas ações de restabelecimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, afirmou nesta quinta-feira (26) que a prioridade do trabalho das equipes da Defesa Civil continua no resgate das vítimas e no auxílio de pessoas desabrigadas e desalojadas das enchentes que atingiram a Zona da Mata mineira.</p>
<p>Góes ressaltou que o governo também trabalha nas ações de restabelecimento dos serviços essenciais, na mobilidade, limpeza urbana e reconstrução das cidades.</p>
<p>&#8220;A resposta ao desastre agora é assistir as pessoas, fazer a procura de desaparecidos, salvamento, cuidar de pessoas desabrigadas, desalojadas, trabalhar para o restabelecimento dos serviços públicos e a partir daí a reconstrução dos prejuízos causados&#8221; afirmou o ministro em entrevista a Voz do Brasil.</p>
<p>Até o momento, a tragédia contabiliza 59 mortes nos municípios de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa. As operações de busca e salvamento se concentram em oito frentes de atuação, sendo seis em Juiz de Fora e duas em Ubá que são municípios próximos.</p>
<p>Góes lamentou as vidas perdidas e reafirmou o compromisso do governo no auxílio aos municípios, para restabelecer serviços essenciais.</p>
<p>&#8220;A única coisa que a gente não pode fazer é devolver a vida das pessoas, por isso nós vamos atuar fortemente fazendo as buscas e até ter tudo resolvido, com as pontes reconstruídas, estradas, comunicação restabelecida, energia e tudo que for necessário&#8221; acrescentou.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><strong>Agência Brasil</strong></span> &#8211; https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/minas-gerais-prioridade-e-resgate-e-auxilio-vitimas-diz-ministro</p>
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		<item>
		<title>PL antifacção deixa de fora &#8220;andar de cima&#8221; do crime, diz Sarrubbo</title>
		<link>https://portalpeloamordedeus.com/pl-antifaccao-deixa-de-fora-andar-de-cima-do-crime-diz-sarrubbo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 20:57:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O texto aprovado pela Câmara dos Deputados para o Projeto de Lei Antifacção dificultará a punição das grandes lideranças do crime organizado no país. Segundo o ex-Secretário Nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, as dificuldades serão, inclusive, financeiras, uma vez que, por questões políticas, os deputados inviabilizaram recursos que seriam obtidos junto às bets para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O texto aprovado pela Câmara dos Deputados para o Projeto de Lei Antifacção dificultará a punição das grandes lideranças do crime organizado no país. Segundo o ex-Secretário Nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, as dificuldades serão, inclusive, financeiras, uma vez que, por questões políticas, os deputados inviabilizaram recursos que seriam obtidos junto às bets para abastecer o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). </p>
<p>Sarrubbo foi o entrevistado do programa <em>Alô Alô Brasil</em>, da Rádio Nacional nesta quinta-feira (26). </p>
<p>Ele explicou que, se o texto for sancionado na versão atual, a lei criada “atingirá apenas a base das organizações criminosas”, deixando de lado aqueles que, segundo ele, “estão o andar de cima”.</p>
<p>“Era contra eles [os verdadeiros comandantes das organizações criminosas] que a gente queria avançar”, acrescentou ao ressaltar que o foco do texto se restringiu aos crimes violentos, liberando os políticos ligados ao crime organizado, bem como aqueles que, de fato, financiam o crime.</p>
<h2>Alterações na Câmara</h2>
<p>“A Câmara não quis dar recursos para esse fundo por razões políticas. O Derrite [relator na Câmara] retirou isso do texto. Seriam R$ 30 bilhões [que iriam das Bets] para o FNSP. Recursos que, na verdade, iriam para os estados, porque esse não é um recurso do governo federal.”</p>
<h2>Coração financeiro</h2>
<p>Ele lembrou que a proposta inicial criava “mecanismos para atingir os que atuam na Faria Lima e em Fintechs; quem financia essas organizações criminosas”, disse o ex-secretário. “</p>
<p>A Faria Lima não pega fuzil”, acrescentou ao se referir à Operação Carbono Oculto, que identificou um esquema criminoso que teria movimentado recursos de organizações criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC).</p>
<p>Sarrubbo ressaltou que a ideia defendida pelo governo é a de asfixiar financeiramente as facções criminosas. </p>
<p>“A hora de subir o morro é após conseguirmos estancar o fluxo financeiro das organizações criminosos, quando elas estiverem sem fuzis, desorganizadas e sem conseguir pagar para os seus olheiros. Aí sim a gente [as forças de segurança] pode agir com consistência. Com baixa letalidade e com muita eficiência, a gente começa a tomar esses territórios.”</p>
<p>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><strong>Agência Brasil</strong></span> &#8211; https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/pl-antifaccao-deixa-de-fora-andar-de-cima-do-crime-diz-sarrubbo</p>
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		<title>Empresário se mantém em silêncio em depoimento à CPMI do INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 20:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Convocado a depor na condição de testemunha do esquema criminoso que desviou bilhões de reais de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o empresário Paulo Camisotti permaneceu em silêncio ao depor à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, nesta quinta-feira (26). Apontado como dirigente de mais de 20 empresas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Convocado a depor na condição de testemunha do esquema criminoso que desviou bilhões de reais de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o empresário Paulo Camisotti permaneceu em silêncio ao depor à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, nesta quinta-feira (26).</p>
<p>Apontado como dirigente de mais de 20 empresas investigadas no âmbito da Operação Sem Desconto, o empresário de 33 anos é filho e sócio do também empresário Maurício Camisotti, preso desde setembro de 2025, acusado de envolvimento na fraude que lesou milhões de segurados do INSS em todo o país.</p>
<p>Amparado por um habeas corpus e orientado por seu advogado, Paulo Camisotti usou o direito constitucional de não responder às perguntas que o pudessem incriminar. O primeiro a questioná-lo foi o relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), a quem o empresário limitou-se a confirmar apenas ser presidente da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Saúde e Benefícios (ABCS) e filho de Maurício Camisotti, deixando de responder inclusive se já foi condenado em algum processo judicial.</p>
<p>Ao interrogar Paulo Camisotti, o relator da comissão apontou que as empresas da família Camisotti movimentaram mais de R$ 800 milhões, sendo &#8220;mais de R$ 350 milhões diretamente para eles&#8221;, tendo o pai de Paulo, Maurício Camisotti, o grande beneficiário do esquema.</p>
<p>“Botaram o nome do Careca do INSS [em evidência] e nós ficamos o repetindo, até porque, de fato, ele é um grande operador do esquema, mas lembrem deste nome: Camisoti. Ele [Paulo] e o pai [Maurício] montaram uma rede estruturada de serviços fictícios que arrancava dinheiro das associações que eles dominavam. Dinheiro que saía dos bolsos de aposentados e pensionistas”, denunciou o relator, assegurando que só a Associação dos Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos (Ambec) recebeu quase R$ 500 milhões em descontos associativos, por serviços não prestados.</p>
<p>“A Ambec retirou R$ 500 milhões de aposentados e pensionistas. E seu primeiro presidente foi Ademir Fratic Bacic, primo do senhor Paulo Camisotti, sobrinho de Maurício Camisoti. José Hermicesar Brilhante, também presidente [da Ambec], trabalhava nas empresas presididas por Paulo Camisoti. Luciene de Camargo Bernardo, era prima do pai dele. Antonio Fratic Bacic, tio de Paulo. Então, a diretoria da Ambec era toda constituída por [pessoas com] laços familiares, de sangue, ou por funcionários das empresas [da família Camisotti]”, completou Gaspar, lembrando que Antunes, o Careca do INSS, era procurador da Ambec.</p>
<p>“O senhor, seu pai e o resto da gangue tiraram milhões de reais do povo brasileiro”, acusou Gaspar, dirigindo-se diretamente a Paulo Camisotti.</p>
<p>A defesa do empresário não se manifestou sobre o conteúdo das acusações durante a audiência pública.</p>
<p>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><strong>Agência Brasil</strong></span> &#8211; https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/empresario-se-mantem-em-silencio-em-depoimento-cpmi-do-inss</p>
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		<title>Consórcio MEZ-RZK vence leilão para novo centro administrativo de SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 18:13:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portal Pelo Amor de Deus]]></category>
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					<description><![CDATA[O consórcio MEZ-RZK Novo Centro venceu, na manhã desta quinta-feira (26), o leilão de concessão para a construção e operação do novo centro administrativo do governo de São Paulo. O certame foi realizado na sede da B3, no centro da capital paulista, com a presença do governador Tarcísio de Freitas e do prefeito Ricardo Nunes. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O consórcio MEZ-RZK Novo Centro venceu, na manhã desta quinta-feira (26), o leilão de concessão para a construção e operação do novo centro administrativo do governo de São Paulo. O certame foi realizado na sede da B3, no centro da capital paulista, com a presença do governador Tarcísio de Freitas e do prefeito Ricardo Nunes.</p>
<p>Formado pelas empresas Zetta Infraestrutura, M4 Investimentos, Engemat, RZK Empreendimentos Imobiliários e Iron Property, o grupo ofereceu um desconto de 9,62% sobre a contraprestação pública mensal máxima, fixada em R$ 76,6 milhões. O consórcio derrotou a proposta do grupo Acciona-Construcap, que ofertou 5% de desconto.</p>
<p><h6 class="meta">Tarcísio de Freitas defende que o projeto vai revitalizar o centro de São Paulo- Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>A concessionária vencedora será responsável pela obra, operação e manutenção do complexo por 30 anos, incluindo serviços de limpeza, segurança e conservação. O investimento estimado é de R$ 6 bilhões.</p>
<h2>Reabilitação urbana</h2>
<p>Durante o evento, o governador Tarcísio de Freitas classificou o projeto como um &#8220;legado&#8221; para a capital. &#8220;Tínhamos uma meta de contratar R$ 220 bilhões de investimentos em quatro anos. Mas com os leilões de hoje e de amanhã (do sistema rodoviário da Rota Mogiana),  a gente vai bater R$ 394 bilhões em investimentos, que vão se traduzir em obras, empregos e prosperidade&#8221;, completou. </p>
<p>Segundo o governador, a centralização das estruturas do estado em um único endereço, na região dos Campos Elíseos, trará eficiência administrativa e economia de tempo de deslocamento para 22 mil servidores.</p>
<p>&#8220;É um passo para a reabilitação do centro. Para nós, do ponto de vista financeiro, vale muito a pena porque vamos ganhar produtividade. Poderemos fazer investimentos com os imóveis que temos hoje espalhados pela cidade e que não nos atendem mais&#8221;, afirmou o governador.</p>
<p>Tarcísio mencionou ainda que a medida integra o esforço de revitalização da região, citando a redução do fluxo de usuários de drogas na Cracolândia.</p>
<h2>Protestos e segurança</h2>
<p>O leilão ocorreu sob forte esquema de segurança. A Polícia Militar fez bloqueios nas ruas próximas à B3, impedindo a circulação normal de pedestres no centro histórico. De acordo com a PM, a atuação visou &#8220;evitar tumultos e preservar a ordem pública&#8221; devido a manifestações no Largo do Café.</p>
<p>Do lado de fora, movimentos como a Frente de Luta por Moradia (FLM) e a União dos Movimentos de Moradia (UMM) protestaram contra o projeto. Os manifestantes alegam que a obra provocará desapropriações compulsórias, remoção de famílias e valorização artificial de imóveis (gentrificação), prejudicando residentes de baixa renda.</p>
<h2>Questionamento de moradores</h2>
<p>Ao final do evento, uma moradora da região dos Campos Elíseos conseguiu acessar o prédio da B3 e questionou o governador sobre a falta de diálogo com a comunidade. &#8220;Sou uma das 800 moradoras que não foram ouvidas. O senhor diz que vai trazer vida para o centro, mas está expulsando pessoas que já moram, são proprietários e comerciantes&#8221;, criticou a jornalista Jeniffer Mendonça, residente no bairro há 29 anos, desde que nasceu.</p>
<p>&#8220;A gente não vai conseguir se manter no centro com o valor que vai ser indenizado para a gente, considerando também a gentrificação&#8221;, protestou Jeniffer.</p>
<p>Em resposta, Tarcísio de Freitas argumentou que grandes projetos de infraestrutura invariavelmente exigem desapropriações em nome do &#8220;bem coletivo&#8221; e que os casos vão ser analisados individualmente. &#8220;Ninguém será desassistido. A Constituição estabelece o rito para desapropriação mediante prévia e justa indenização em dinheiro. Vamos cumprir rigorosamente a legislação e dar apoio para que encontrem o melhor imóvel&#8221;, declarou.</p>
<p><h6 class="meta">Manifestação de trabalhadores sem moradia contra o leilão do governo do estado de São Paulo &#8211; Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Detalhes do projeto</h2>
<p>O novo centro administrativo prevê a construção de sete edifícios e dez torres nos Campos Elíseos. O complexo abrigará o gabinete do governador, secretarias e órgãos estaduais que hoje ocupam mais de 40 endereços diferentes.</p>
<p>O projeto inclui:</p>
<ul>
<li>Restauro de 17 imóveis tombados;</li>
<li>Ampliação das áreas verdes do Parque Princesa Isabel;</li>
<li>Destinação de 25 mil m² para comércio e serviços;</li>
<li>Construção de um novo terminal de ônibus.</li>
</ul>
<p>O governo estima que a obra gere 38 mil empregos diretos e indiretos durante a fase de construção e 2,8 mil vagas permanentes no comércio local após a inauguração. Quanto aos prédios desocupados, como o Palácio dos Bandeirantes, o estado informou que avaliará caso a caso se serão vendidos, concedidos ou convertidos para habitação popular via retrofit.</p>
<p>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><strong>Agência Brasil</strong></span> &#8211; https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/consorcio-mez-rzk-vence-leilao-para-novo-centro-administrativo-de-sp</p>
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		<title>Câmara aprova uso de recursos do FGO em operações do Pronaf</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 17:41:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (16) o Projeto de Lei  2213/25, que autoriza o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações (FGO) para cobrir ações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O texto, de autoria do Senado, segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Administrado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (16) o Projeto de Lei  2213/25, que autoriza o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações (FGO) para cobrir ações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O texto, de autoria do Senado, segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Administrado pelo Banco do Brasil, o FGO facilita o acesso ao crédito por empresas e setores específicos, diminuindo os riscos para os bancos.</p>
<p>De acordo com o projeto, até R$ 500 milhões do FGO poderão ser utilizados para garantir as operações do Pronaf, que oferece linhas de crédito com condições especiais a agricultores familiares. O texto aprovado altera a Lei 13.999/20,LINK 2  que institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).</p>
<p>Um ato conjunto dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Fazenda definirá como esses recursos serão alocados, quais limites máximos de garantia poderão ser concedidos, os critérios de elegibilidade dos agricultores familiares e de suas cooperativas.</p>
<p>O ato deve indicar ainda quais operações do Pronaf poderão receber cobertura do FGO. As instituições financeiras autorizadas a operar crédito rural no Pronaf poderão solicitar essa garantia, respeitados os limites proporcionais de suas carteiras e o montante efetivamente aportado pela União e pelos demais cotistas.</p>
<p>O relator do projeto, deputado Rogério Correia (PT-MG), disse que a medida não produz impacto orçamentário ou financeiro imediato sobre as contas da União. O deputado citou o Balanço Patrimonial Consolidado do próprio FGO, referente a dezembro de 2024, que mostra que o fundo detinha R$ 43 bilhões em ativos totais, o que demonstra, segundo Correia, que a eventual destinação de até R$ 500 milhões para operações do Pronaf representa uma fração modesta de sua capacidade financeira.</p>
<p>“A medida não afeta sua aptidão [do FGO] para dar cobertura às garantias relacionadas ao Pronampe, nem compromete a estabilidade do fundo. Diante desse cenário, conclui-se que o projeto não produz impacto orçamentário ou financeiro imediato sobre as contas da União, uma vez que apenas autoriza a utilização de recursos já existentes no FGO”, afirmou.</p>
<p>Fonte: <span style="color: #0000ff;"><strong>Agência Brasil</strong></span> &#8211; https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/camara-aprova-uso-de-recursos-do-fgo-em-operacoes-do-pronaf</p>
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